Curso: Tecnologia da Informação

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Aula 00 Curso: Tecnologia da Informação p/ ICMS-MS - Ambos os cargos Professor: Alexandre Lênin

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Aula 00 Curso: Tecnologia da Informação p/ ICMS-MS - Ambos os cargos

Professor: Alexandre Lênin

PAC, participar de diversos grupos de trabalho da área de Tecnologia da Informação e dos processos de contratação de serviços de Tecnologia da

AULA 0: Internet

SUMÁRIO

PÁGINA

1. Conceitos Básicos de Redes

06

2. Web 2.0 e Aplicativos On-line (Cloud Computing)

32

3. Exercícios Comentados

70

4. Lista dos Exercícios Comentados

108

5. Gabaritos

125

Olá, amigos e amigas!

Bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada!

Saúdo a todos vocês, guerreiros, decididos a conquistar a aprovação para um cargo público.

Para mim é um enorme orgulho poder escrever aqui no Estratégia. Estou muito feliz em fazer parte deste time de vencedores!

E você, certamente, escolheu esta casa por confiar na qualidade dos nossos cursos. E pode contar com meu compromisso de trabalhar com seriedade e dedicação.

Espero fazer parte da sua conquista! Meu maior prêmio é saber que posso ajudar a construir um caminho de sucesso! Vamos juntos, vamos em busca dessa conquista.

Mas ainda nem me apresentei corretamente. Antes de conversarmos sobre como será este curso, vale uma breve apresentação.

Meu nome é Alexandre Lênin Carneiro, Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do Planejamento, da área de Tecnologia da Informação. Trabalho regional Goiás da Secretaria de Patrimônio da União, onde estou Chefe-Substituto da Coordenação de Gestão Estratégica. Como APO, estive lotado na Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos – em Brasília/DF -, onde pude acompanhar o desenvolvimento e manutenção dos principais sistemas de planejamento do governo, incluindo o sistema do

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Informação para o Ministério, além de participar da gestão técnica do Portal do Planejamento.

Trabalho na área de TI desde o século passado! Trabalhei como analista de sistemas por algum tempo, mas descobri minha vocação para lecionar muito cedo (desde 1989 leciono em cursos técnicos de informática). Em 1997, mudei-me para Brasília em busca do mestrado e desde então leciono em cursos de graduação e pós-graduação.

Decidi ingressar no serviço público em 2004. Depois de alguns “quases” naquele ano, resolvi dedicar-me à arte de estudar para concursos. No início acreditava que o meu conhecimento e experiência eram suficientes para ser aprovado em um bom cargo público. Especialmente porque fui aprovado logo no primeiro concurso que fiz (STJ). Mas ser aprovado não é tudo, é preciso “ficar dentro das vagas”! Assim, depois de “quase” no STJ, obtive outro “quase” na Polícia Federal. Neste fiquei na redação, por 0,04 ponto. Ficou evidente a necessidade de ajuda e fiz cursos para aperfeiçoar meus conhecimentos e, em especial, para aprender como se deve fazer uma prova de concurso. Percebi que tão importante quanto saber o conteúdo é aprender a “fazer” a prova!

Os resultados começaram a aparecer um ano depois. Fui aprovado para alguns bons cargos, tendo tomado posse nos seguintes: Serpro, Analista Ambiental e Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil. Continuei estudando – agora com mais dificuldade por conta do pouco tempo – para chegar ao meu objetivo: ciclo de gestão. Precisei adaptar-me aos novos desafios de trabalhar durante o dia na Receita, lecionar à noite e estudar nas horas vagas e finais de semana. Aprendi muito sobre como estudar com pouco tempo, como selecionar material e como fazer isto usando o computador. Em 2008 fui aprovado para o cargo de Analista de Planejamento e Orçamento, meu atual emprego e onde pretendo permanecer.

Minha primeira dica é: não deixe de conhecer bem a disciplina de Informática Básica! Uma boa nota na prova de informática tem feito grande diferença na classificação final, pois é um campo do estudo que está em constante atualização e apresenta muitas novidades a cada certame.

Internet, por exemplo, é um tópico que não deixará de ser cobrado nos próximos concursos. É uma área em crescimento e valorização no governo, tendo sido lembrada com frequência. Sistemas Operacionais e Aplicativos de Escritório são outros itens que são cobrados com frequência e chegam a aparecer em provas de conhecimentos específicos, mesmo para cargos que não são de tecnologia da informação.

Por isso, a ideia neste curso é auxiliá-lo a apreender a Informática, de forma simples e direta, apontando dicas e resolvendo questões a fim de que você possa obter os melhores resultados na empreitada.

Vamos trabalhar juntos para desmistificar a Informática! Muitos pensam que esta disciplina é complicada, mas não é. O tema é longo e cheio de itens para memorizar, especialmente quando falamos da utilização de programas de computador. Mas, ao abordar o curso de forma direta, munido de exemplos e resolução comentada de questões de concursos anteriores, estou confiante de que o aproveitamento será excelente.

E você? Quer mudar de vida? Eu posso dizer que esta foi uma das melhores decisões que tomei na vida.

“O difícil nós fazemos agora, o impossível leva um pouco mais de tempo”.

David Bem-Gurion – Polonês (1886-1973) Estadista, ajudou na criação de Israel.

Sobre o curso

Este curso é direcionado ao futuro certame para a SECRETARIA DE FAZENDA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (ICMS/MS). É um curso de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (em Teoria e Exercícios Comentados) que contempla PARTE todos os itens presentes no edital para os cargos que exigem esta disciplina.

Outra observação importante refere-se às questões que serão utilizadas neste curso. Comentarei questões de bancas de renome nacional como FCC, FGV, FUNRIO, CESGRANRIO, CESPE e outras.

O edital já está publicado e não podemos perder mais tempo. É preciso começar HOJE. Afinal, trata-se de um cargo de primeira linha, com um ambiente de trabalho excelente e ótima remuneração.

Neste curso, vou abordar o que é importante para a realização das provas, apresentando o conteúdo com “ESTRATÉGIA” e em uma linguagem de fácil assimilação.

Para o roteiro das aulas adotei o conteúdo presente no edital do certame, a saber:

“TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Conceitos básicos de informática, os componentes funcionais de computadores (hardware e software), periféricos e dispositivos de entrada, saída e armazenamento de dados. Conceitos básicos de sistemas operacionais,

noções do Sistema Operacional Windows XP e Windows 7, conceitos de pastas, arquivos, atalhos, área de trabalho, área de transferência, manipulação de arquivos e pastas, uso de menus e aplicativos. Conceitos e funções do pacote Microsoft Office: Word, estrutura dos documentos, edição e formatação de textos, cabeçalhos, parágrafos, fontes, colunas, tabelas, marcadores, controle de quebras, proteção de documentos, menus e ferramentas. Excel, estrutura básica de planilhas, células e suas propriedades, operações com linhas e colunas, criação e edição de gráficos, uso de fórmulas, classificação de dados, obtenção de dados externos, menu ferramentas. Access, criação e edição de tabelas, utilização de dados externos, criação e edição de consultas, criação e edição de formulários, macros, menus e ferramentas. Segurança da informação: Conceitos básicos, sistemas anti-vírus, sistemas de backup, crip- tografia, certificação digital, assinatura digital e autenticação. Redes: Conceitos básicos, com-ponentes e tecnologias disponíveis, topologias, estação e servidor, conceitos de protocolos de comunicação de redes, TCP e UDP, Local Area Network, WideArea Network. Ferramentas e aplicativos associados à internet: navegação, correio eletrônico, grupos de discussão, busca e pesquisa. Banco de dados: fundamentos, conceitos básicos de bancos de dados relacionais, no-ções de sistemas de gerenciamento de bancos de dados, noções de SQL”.

Observar que a parte riscada do edital acima será tratada em outro curso aqui mesmo no Estratégia. Eu apresento conceitos de Internet nesta aula demonstrativa e conceitos de bancos de dados que serão utilizados na aula de Access.

Veja a distribuição dos conteúdos no quadro a seguir. As aulas poderão sofrer alteração na ordem programada, mas todos os temas descritos serão abordados.

ROTEIRO Aula 0 Internet Aula 1 Conceitos básicos de informática, os componentes

funcionais de computadores (hardware e software), periféricos e dispositivos de entrada, saída e armazenamento de dados.

Aula 2 Conceitos básicos de sistemas operacionais, noções do Sistema Operacional Windows XP e Windows 7, conceitos de pastas, arquivos, atalhos, área de trabalho, área de transferência, manipulação de arquivos e pastas, uso de menus e aplicativos.

Aula 3 Conceitos e funções do pacote Microsoft Office: Word, estrutura dos documentos, edição e formatação de textos,

cabeçalhos, parágrafos, fontes, colunas, tabelas, marcadores, controle de quebras, proteção de documentos, menus e ferramentas.

Aula 4 Excel, estrutura básica de planilhas, células e suas propriedades, operações com linhas e colunas, criação e edição de gráficos, uso de fórmulas, classificação de dados, obtenção de da-dos externos, menu ferramentas.

Aula 5 Access, criação e edição de tabelas, utilização de dados externos, criação e edição de consultas, criação e edição de formulários, macros, menus e ferramentas. Inclui Fundamentos de Bancos de Dados visando a aplicação em Access.

Aula 6 Access, criação e edição de tabelas, utilização de dados externos, criação e edição de consultas, criação e edição de formulários, macros, menus e ferramentas.

Além das aulas você contará com um fórum de discussão da disciplina, onde poderá enviar suas dúvidas, sugestões e reclamações e, é claro, os elogios. Disponibilizo, ainda, o meu e-mail no estratégia: [email protected].

E então, vamos iniciar nossa jornada? Nesta aula demonstrativa, quero que você tenha contato com a proposta deste curso e possa avaliar, com calma, minha forma de trabalho.

Aproveite para iniciar, agora, os estudos que irão promover sua aprovação no concurso. Acredite, é possível conseguir a aprovação sem estudar, mas as chances são quase imperceptíveis. A melhor forma é, certamente, estudar bastante. Um bom material, muita dedicação e força de vontade são os principais companheiros daqueles que alcançam a vitória!

1. Conceitos Básicos de Redes

O que é uma rede de computadores, senão um grupo de computadores conectados entre si? Uma rede de computadores é a conexão de dois ou mais computadores para permitir o compartilhamento de recursos e troca de informações entre as máquinas.

A seguir temos algumas definições obtidas da literatura especializada sobre esse assunto:

“Um conjunto de computadores autônomos interconectados por uma única tecnologia. Dois computadores estão interconectados quando podem trocar informações.” (TANENBAUM, 2003).

“Sistema computadorizado que usa equipamentos de comunicação para conectar dois ou mais computadores e seus recursos.” (CAPRON e JOHNSON, 2004).

“Uma rede de computadores liga dois ou mais computadores de forma a possibilitar a troca de dados e o compartilhamento de recursos” (MEYER et al., 2000).

As redes de computadores podem ser divididas em duas partes principais: parte física e lógica.

A parte física indica a organização e disposição espacial do hardware da rede, organização essa conhecida como topologia física.

A parte lógica abrange as regras que permitem que os componentes de hardware trabalhem adequadamente quando interligados; é a topologia lógica.

Classificação das Redes Quanto à Extensão (Por Escala ou Abrangência)

Geralmente, as redes de computadores recebem uma classificação quanto à abrangência da rede.

Redes pessoais ou PAN (Personal Area Network)

São redes voltadas à ligação de equipamentos para uma única pessoa. Exemplos são redes sem fio que conectam um computador a um mouse, uma

impressora e um PDA. O termo PAN é um termo novo, que surgiu muito em função das novas tecnologias sem fio, como o bluetooth, que permitem a ligação de vários equipamentos que estejam separados por poucos metros. Por isso, não devemos estranhar nem considerar errada uma classificação que não inclua uma PAN entre outros tipos de rede.

Figura. Exemplo de uma Rede PAN Redes locais ou LAN (Local Area Network)

São redes privadas restritas a um edifício, uma sala ou campus com até alguns poucos quilômetros de extensão. Apesar de a distância entre os equipamentos não ser rígida, ela define as características que distinguem uma LAN de redes mais extensas, como tamanho, tecnologia de transmissão e topologia.

Devido ao tamanho reduzido, as LANs possuem baixo tempo de atraso (retardo). Além disso, o pior tempo de transmissão em uma LAN é previamente conhecido. As LANs tradicionais conectam-se a velocidades de 10 a 1000 Mbps e as mais modernas podem alcançar taxas de 10Gbps. Essas taxas indicam a velocidade máxima com a qual os dados transitam na rede.

Redes Metropolitanas ou MAN (Metropolitan Area Network)

As MANs são redes que abrangem uma cidade. Normalmente são compostas por agrupamentos de LANs, ou seja, há varias redes menores interligadas, como ilustrado a seguir:

Figura – Três filiais se conectando através de uma MAN Redes Remotas, Extensas, Geograficamente Distribuídas ou WAN (Wide Area Network)

Esses termos são equivalentes e se referem a redes que abrangem uma grande área geográfica, como um país ou um continente. Devido à grande extensão, possuem taxa de transmissão menor, maior retardo e maior índice de erros de transmissão.

Figura – A Internet é um exemplo de uma WAN

Modelo OSI

O modelo OSI é a base para quase todos os protocolos de dados atuais. Como um modelo de referência, esse modelo fornece uma lista extensiva de funções e serviços que podem ocorrer em cada camada. Ele também descreve a interação de cada camada com as camadas diretamente acima e abaixo dela.

Consiste em um modelo de sete camadas, com cada uma representando um conjunto de regras específicas. Para que você memorize os nomes das camadas do modelo OSI, aqui vai uma dica: lembre-se da palavra FERTSAA , com as iniciais de cada camada, que são: F->Física, E->Enlace, R->Rede,

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T->Transporte, S->Sessão, A->Apresentação, A->Aplicação (este símbolo é para lembrá-lo de que a camada de aplicação está mais próxima do usuário final). Fácil, não é mesmo?

O quadro seguinte destaca as principais características de cada camada.

Camada

Nome

Observações

7

Aplicação

Camada de nível mais alto, fornece serviços ao USUÁRIO ! Essa é, portanto, a camada mais próxima do usuário final. Contém os protocolos e funções que as aplicações dos usuários necessitam para executar tarefas de comunicações (enviar e-mail, acessar páginas, transferir arquivos, entre outras).

6

Apresentação

É a tradutora da rede, sendo responsável por determinar o formato utilizado para transmitir dados entre os computadores da rede. Se necessário, pode realizar conversão de um tipo de representação de dados para um formato comum. Um exemplo seria a compressão de dados ou criptografia.

5

Sessão

Estabelece, gerencia e termina sessões (momentos ininterruptos de transação) entre a máquina de origem e a de destino.

4

Transporte

Camada intermediária, faz a ligação entre as camadas do nível de aplicação (5, 6 e 7) com as do nível físico (1, 2 e 3).

Responsável pela comunicação fim-a-fim, ou seja, controlam a saída das informações (na origem) e a chegada delas (no destino).

3

Rede

Serve para indicar a rota que o pacote vai

seguir da origem ao destino (decide como rotear pacotes entre os nós conectados por meio de uma rede).

A determinação da rota que os pacotes vão seguir para atingir o destino é baseada em fatores como condições de tráfego da rede e prioridades.

A camada de rede também fornece um mecanismo de endereçamento uniforme de forma que duas redes possam ser interconectadas.

Converte o endereço lógico em endereço físico para que os pacotes possam chegar corretamente ao destino.

2

Enlace (vínculo) de

dados

Essa camada organiza os sinais brutos (zeros e uns) transferidos pela rede em unidades lógicas chamadas quadros (frames), identifica suas origens e destinos (endereços MAC) e corrige possíveis erros ocorridos durante a transmissão pelos meios físicos.

O endereço MAC (endereço físico de 48 bits, que é gravado na memória ROM dos dispositivos de rede) é interpretado por equipamentos nessa camada.

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Física

Responsável pela transmissão das informações em sua forma bruta: sinais elétricos ou luminosos (ou seja, essa camada transmite os sinais ou bits entre as estações).

É a camada mais baixa do modelo OSI (mais próxima da transmissão dos sinais).

Trata das especificações de hardware e demais dispositivos de rede, incluindo cabos, conectores físicos, hubs, etc. e transmite fluxo de bits desestruturados por um meio.

Tabela. Modelo OSI de sete camadas Para a prova, é importante que você memorize os nomes das camadas, bem como o papel de cada uma delas no contexto do modelo.

Alguns Equipamentos que Compõem uma Rede

É imprescindível que você entenda os componentes básicos que compõem a construção de uma rede, bem como a tarefa que cada um executa. São eles:

Placa de Rede (Adaptador de Rede ou Interface de Rede)

As placas de rede (NIC - Network Interface Card) constituem a interface física entre o computador e o cabo da rede e são instalados em um slot de expansão em cada computador e servidor da rede.

Ela – a placa de rede – permite que os hosts (servidores, estações de trabalho) se conectem à rede e, por isso, é considerada um componente chave da rede. É um equipamento existente em todos os computadores ligados na rede, possui um endereço próprio, que lhe é dado quando fabricada.

Esse endereço é chamado Endereço MAC, mas pode ser citado como endereço Físico (não é possível modificá-lo, ele vem armazenado numa memória ROM na placa de rede). Não há duas placas de rede com o mesmo endereço MAC (é como se fosse um Chassi da placa de rede).

Ao selecionar uma placa de rede, leve em conta os três seguintes fatores:

1. Verificar se há drivers disponíveis para a placa que irá funcionar com o sistema operacional que você está utilizando.

2. A placa deve ser compatível com o tipo de meio de transmissão (por exemplo, cabo de par trançado, coaxial ou de fibra óptica) e topologia (por exemplo Ethernet) que você escolheu.

3. A placa deve ser compatível com o tipo de barramento (por exemplo, PCI) do computador no qual será instalada.

De tempos em tempos, você pode precisar instalar uma placa de rede. A seguir, algumas situações que podem exigir que você faça isso:

Adicionar uma placa de rede a um PC

que não tenha uma;

Substituir uma placa de rede inadequada ou danificada;

Fazer a atualização de uma placa de rede de 10 Mbps para uma placa de rede de 10/100/1000 Mbps.

Os computadores laptop e os computadores notebook estão tornando-se cada vez mais populares, da mesma forma que os computadores Pockets PCs e outros dispositivos pequenos de computação.

As informações descritas na seção anterior também se aplicam aos laptops. A principal diferença é que os componentes em um laptop são menores - os slots de expansão tornam-se slots PCMCIA, onde as placas de rede, os modems, os discos rígidos e outros dispositivos úteis, geralmente do tamanho de um cartão de crédito, podem ser inseridos nos slots PCMCIA que se encontram ao longo do perímetro, como indicado na figura.

Cartão PCMCIA para notebooks A tabela seguinte destaca resumidamente os principais equipamentos utilizados para a interconexão de redes. Vamos lá!!

Equipamento

Função principal

Repeater

(Repetidor)

Equipamento cuja função é realizar a amplificação1 ou a regeneração2 dos sinais de uma rede (via cabo ou wi- fi), quando se alcança a distância máxima efetiva do meio de transmissão e o sinal já sofre uma atenuação

(enfraquecimento) muito grande.

O repetidor NÃO desempenha qualquer função no fluxo de dados e pertence à Camada 1 (chamada de Camada Física) do modelo OSI.

Figura. Repetidor

Hub

Equipamento concentrador de conexões (guarde isso!) que permite a ligação física de cabos provenientes de vários micros.

Recebe sinais elétricos de um computador e os transmite a TODAS as portas por difusão (os sinais serão enviados a todas as demais máquinas – broadcast). Adequado para redes pequenas e/ou domésticas.

É um equipamento da Camada 1 (Camada Física) do modelo OSI.

Figura. Hub

Switch

Também chamado de comutador, é um dispositivo que externamente é semelhante ao hub, mas internamente possui a capacidade de chaveamento ou comutação (switching), ou seja, consegue enviar um pacote (ou quadro, se preferir) apenas ao destinatário correspondente.

Nota: o switch PODE usar broadcast (só usa quando precisa!).

Opera na Camada de Enlace (Camada 2) do modelo OSI.

Bridge

A ponte é um repetidor inteligente, pois faz controle de fluxo de dados. Ela analisa os pacotes recebidos e

(Ponte) verifica qual o seu destino. Se o destino for o trecho atual da rede, ela não replica o pacote nos demais trechos, diminuindo a colisão e aumentando a segurança.

Com a ponte é possível segmentar uma rede em "áreas" diferentes, com o objetivo de reduzir tráfego. Essas áreas são chamadas domínios de colisão.

Também, a ponte é capaz de traduzir os sinais entre duas tecnologias de redes locais diferentes. Ela interliga segmentos de rede de arquiteturas diferentes e permite que eles se comuniquem normalmente (ex.: pode ser instalada ENTRE um segmento de rede Ethernet e um segmento Token Ring).

Opera na Camada de Enlace (Camada 2) do modelo OSI.

Access point

(Ponto de acesso)

É o equipamento central para onde todos os sinais de uma rede Wi-Fi do tipo infraestrutura serão mandados. O Access Point, por sua vez, retransmitirá os sinais para a rede, criando uma espécie de “área de cobertura” para os computadores.

É um equipamento da Camada 2 (Camada de Enlace) do modelo OSI.

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Figura. Ponto de acesso ao centro

Router (Roteador)

Equipamento responsável pelo encaminhamento e roteamento de pacotes de comunicação em uma rede ou entre redes. Tipicamente, uma instituição, ao se conectar à Internet, deverá adquirir um roteador para conectar sua LAN (Local Area Network – Rede de Área Local) ao ponto da Internet.

O roteador é um equipamento mais "inteligente" do que o switch, pois, além de poder desempenhar a mesma função deste, também tem a capacidade de escolher a melhor rota que determinado pacote de dados deve seguir para chegar a seu destino.

Na Internet, os roteadores trocam entre si tabelas de roteamento e informações sobre distância, permitindo a escolha do melhor caminho entre a origem e o destino da conexão.

É um equipamento da Camada 3 (Camada de Rede) do modelo OSI.

Gateway

Dispositivo usado para interconectar duas redes totalmente distintas.

Geralmente utilizado para conectar WANs a LANs.

Atua nas camadas mais altas do modelo OSI (da Camada de Transporte até a Camada de Aplicação).

Transmissão de Dados

Quando falamos em transmissão, estamos falando do envio de sinais de um ponto a outro. Sinais podem ser analógicos, como os sinais de rádio e tv, ou digitais, como os de computadores. Sinais digitais, que são os que nos interessam, são transmitidos por sinais elétricos que assumem valores de tensão positivos ou negativos, representando os nossos velhos conhecidos 0 e 1.

Vejamos algumas características de transmissão de dados.

**Formas de utilização do meio físico:

Quanto às formas de utilização da ligação, temos a seguinte classificação: - Simplex

A transmissão ocorre somente em um sentido, ou seja, somente do transmissor para o receptor. Exemplo: televisão ou rádio.

Transmissor Receptor

Figura- Comunicação simplex - Half Duplex

A transmissão ocorre em dois sentidos, mas não simultaneamente. O melhor exemplo dessa situação são rádios do tipo walk-talkie. Dois rádios desses podem se comunicar entre si, enviando e recebendo sinais, mas somente um de cada vez.

Trans/Rec Trans/Rec

Figura - Comunicação half-duplex - Full Duplex

A transmissão ocorre em dois sentidos simultaneamente. Exemplo: redes telefônicas.

Trans/Rec Trans/Rec

Figura - Comunicação full-duplex **Tipos de ligação:

Quando pensamos em termos de redes de computadores, devemos primeiramente pensar em termos de como os nós são ligados. Uma classificação é a seguinte:

- ligação ponto-a-ponto: cada extremidade da ligação contém um e somente um nó, como no exemplo abaixo:

Figura - Ligação ponto-a-ponto-Liga apenas duas máquinas - ligação multiponto: cada extremidade da ligação pode conter mais de um

nó, como no exemplo ilustrado a seguir. Figura- Ligação multiponto – várias máquinas são ligadas por um mesmo canal

de comunicação **Modos de transmissão:

Existem dois modos de transmissão de dados: síncrono e assíncrono. Assíncrono - Nesse modo não há o estabelecimento de sincronia entre o

transmissor e o receptor. Dessa forma, o transmissor deve avisar que vai iniciar uma transmissão enviando um bit, chamado de Start Bit. Quando termina a transmissão, o transmissor envia um bit de parada, o Stop Bit.

Síncrono - Nesse modo, a rede funciona baseada em um sinal de sincronização (sinal de clock). Como transmissores e receptores estão sincronizados ao clock da rede, a transmissão pode ser feita sem intervalos, sem que seja preciso indicar quando começa e quando termina a transmissão.

**Problemas na transmissão de dados

Podem ocorrer alguns problemas durante um processo de transmissão de dados.

Atenuação - À medida que um sinal “caminha” pelo canal de transmissão ele vai perdendo potência. Chamamos de atenuação essa perda de potência. A atenuação de um sinal pode ser resolvida utilizando equipamentos repetidores ou amplificadores de sinal, que cumprem o papel de reestabelecer o nível do sinal no caminho entre o transmissor e o receptor.

Ruído - Ruído é qualquer interferência sofrida pelo sinal que possa causar sua distorção ou perda, implicando em falha na recepção.

Retardo - Também chamado de atraso, é a diferença entre o momento em que o sinal foi transmitido e o momento em que foi recebido.

Meios Físicos de Transmissão

São os meios responsáveis pelo transporte dos sinais que representam os dados em uma rede. Eles transportam um fluxo bruto de bits de uma máquina para outra. Cada meio tem suas características de performance, custo, retardo e facilidade de instalação e manutenção.

**Meios de transmissão guiados

Os meios de transmissão guiados abrangem os cabos e fios. Cabo Coaxial

No passado esse era o tipo de cabo mais utilizado. Atualmente, por causa de suas desvantagens, está cada vez mais caindo em desuso, sendo, portanto, só recomendado para redes pequenas.

Entre essas desvantagens está o problema de mau contato nos conectores utilizados, a difícil manipulação do cabo (como ele é rígido, dificulta a instalação em ambientes comerciais, por exemplo, passá-lo através de conduítes) e o problema da topologia.

A topologia mais utilizada com esse cabo é a topologia linear (também chamada topologia em barramento) que faz com que a rede inteira saia do ar caso haja o rompimento ou mau contato de algum trecho do cabeamento da rede. Como a rede inteira cai, fica difícil determinar o ponto exato em que está

o problema, muito embora existam no mercado instrumentos digitais próprios para a detecção desse tipo de problema.

• Cabo Coaxial Fino (10Base2)

Esse é o tipo de cabo coaxial mais utilizado. É chamado "fino" porque sua bitola é menor que o cabo coaxial grosso, que veremos a seguir. É também chamado "Thin Ethernet" ou 10Base2. Nesta nomenclatura, "10" significa taxa de transferência de 10 Mbps e "2" a extensão máxima de cada segmento da rede, neste caso 200 m (na verdade o tamanho real é menor).

Cabo coaxial fino

• Cabo Coaxial Grosso (10Base5)

Esse tipo de cabo coaxial é pouco utilizado. É também chamado "Thick Ethernet" ou 10Base5. Analogamente ao 10Base2, 10Base5 significa 10 Mbps de taxa de transferência e que cada segmento da rede pode ter até 500 metros de comprimento. É conectado à placa de rede através de um transceiver.

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Cabo coaxial grosso. Cabos de Par Trançado

Esse é o tipo de cabo mais utilizado atualmente. Existem basicamente dois tipos de cabo par trançado: sem blindagem (UTP, Unshielded Twisted Pair) e

com blindagem (STP, Shielded Twisted Pair). A diferença óbvia é a existência de uma malha (blindagem) no cabo com blindagem, que ajuda a diminuir a interferência eletromagnética (EMI) e/ou interferência de frequência de rádio (RFI) e, com isso, aumentar a taxa de transferência obtida na prática.

Par Trançado sem Blindagem (UTP) Par Trançado com Blindagem (STP) O par trançado, ao contrário do cabo coaxial, só permite a conexão de 2 pontos da rede. Por este motivo é obrigatória a utilização de um dispositivo concentrador (hub ou switch), o que dá uma maior flexibilidade e segurança à rede.

Você deve ter sempre em mente a existência da interferência eletromagnética em cabos UTP, principalmente se o cabo tiver de passar por fortes campos eletromagnéticos, especialmente motores e quadros de luz.

É muito problemático passar cabos UTP muito próximos a geladeiras, condicionadores de ar e quadros de luz. O campo eletromagnético impedirá um correto funcionamento daquele trecho da rede. Se a rede for ser instalada em um parque industrial - onde a interferência é inevitável - outro tipo de cabo deve ser escolhido para a instalação da rede, como o próprio cabo coaxial ou a fibra ótica.

Ao comprar um cabo par trançado, é importante notar qual a sua categoria: cat1, cat2, cat3, cat4, cat5, cat5e, cat6. Existem várias padronizações relativas aos cabos UTP, sendo comumente utilizado o Padrão de categorias EIA (Eletrical Industries Association). Via de regra, quanto maior a categoria do cabo, maior a velocidade com que ele pode transportar dados. As redes atuais utilizam em sua maioria cabos cat5 e cat5e que suportam redes de 10Mbps, 100Mbps ou 1Gbps.

Normalmente, existem conectores apropriados para cada tipo de cabo. No caso dos cabos de par trançado, o conector utilizado é chamado de RJ-45.

Conector RJ-45 O RJ-45 é similar ao conector de linha telefônica, só que maior, com mais contatos. A propósito, o conector de linha telefônica se chama RJ-11. O RJ-45 é o conector apropriado para conectar um cabo de par trançado a placas e outros equipamentos de rede.

Cabo Ethernet Par Trançado Direto x Cruzado

Ao utilizar cabo de par trançado para sistemas Ethernet (10 Base-T ou 100 Base-TX, por exemplo), você pode ter que utilizar um Cabo Direto (Straight- Pinning) ou um Cabo Cruzado (Cross-over).

O Cabo Direto é utilizado toda vez que você fizer a ligação de um computador para um Hub ou Switch. Neste caso você deve utilizar um cabo conectorizado pino a pino nas duas pontas, obedecendo a codificação de cores 568A ou 568B, conforme a escolhida por você (todas as conexões deverão seguir o mesmo padrão).

O Cabo Cruzado é utilizado toda vez que você fizer a interligação Hub- Switch, Hub-Hub ou Switch-Switch (deve haver apenas um cabo cruzado entre os equipamentos).

Nota: A única exceção é na conexão direta de dois micros usando uma configuração chamada cross-over, utilizada para montar uma rede com apenas esses dois micros.

Em redes de grande porte, os cabos UTP/STP provenientes dos diversos pontos de rede (caixas conectoras junto aos micros) são conectados a blocos de distribuição fixos em estruturas metálicas. Este conjunto é denominado Patch Panel. A ligação dos blocos de distribuição citados aos hubs e/ou switches se dá através de patch cords. A utilização de Patch Panels confere melhor organização, maior flexibilidade e consequentemente, facilita a manutenção.

Cabos de Fibra Ótica

A primeira coisa a notar em um cabo de fibra óptica é que eles não conduzem sinais elétricos, mas pulsos de luz.

Em uma extremidade do cabo, há um transmissor que emite pulsos de luz. Os pulsos trafegam pelo cabo até chegar ao receptor, onde são convertidos para sinais elétricos. Essas transmissões são unidirecionais. Na transmissão de pulsos de luz, um pulso indica um bit 1 e a ausência de pulso indica um bit 0.

Uma característica importante dos cabos de fibra óptica é que os pulsos podem se propagar por muitos quilômetros sem sofrer praticamente nenhuma perda.

Fisicamente os cabos de fibra óptica são parecidos com os cabos coaxiais. São compostos por um núcleo de vidro envolvido por um revestimento também de vidro. Esse revestimento é responsável por não deixar a luz sair do núcleo. Externamente a isso, há uma camada de plástico protetora.

Figura - Fibra Óptica Há dois tipos principais de fibras: multimodo e modo único (ou monomodo). A fibra multimodo tem o diâmetro maior permitindo o tráfego de vários pulsos, que vão ricocheteando no núcleo em ângulos diferentes.

A fibra modo único tem o diâmetro menor permitindo a propagação do pulso somente em linha reta. Essas fibras são mais caras que as multimodo, mas são muito utilizadas em longas distâncias. Têm capacidade de transmitir dados a 50Gbps por 100Km sem necessitar de amplificação.

Outras características da fibra óptica:

• Baixa atenuação. Só necessita de repetidores a cada 50Km (O cobre necessita a 5Km).

• Imunidade a interferências eletromagnéticas.

• Dimensões e peso reduzidos. Suas dimensões reduzidas possibilitam

expandir a estrutura de cabeamento sem que seja necessário aumentar os dutos de passagem dos cabos já existentes. Mil pares trançados com 1Km de comprimento pesam oito toneladas. Duas fibras ópticas pesam 100Kg e têm a mesma capacidade de transmissão.

• A transmissão é mais segura por não permitir (ou dificultar muito) a interceptação, aumentando a segurança contra escutas.

Meios não guiados – Transmissão sem fio

Os meios de transmissão de dados não guiados são os que envolvem o chamado espectro eletromagnético, permitindo o tráfego de dados sem fios.

As características das transmissões feitas por espectros eletromagnéticos variam em função da frequência utilizada. Numa escala crescente de frequência, temos as ondas de rádio, as microondas e o infravermelho.

Ondas de rádio são omnidirecionais, viajam em todas as direções, o que significa que não é necessário um alinhamento perfeito entre transmissor e receptor. De forma distinta, as microondas trafegam praticamente em linha reta.

As ondas de infravermelho por sua vez são muito utilizadas em comunicações de curta distância, como em controle remotos, celulares e PDAs, por exemplo. Também podem ser utilizadas em redes locais sem fio.

Ondas de infravermelho não atravessam objetos sólidos. Essa característica é por um lado limitante, entretanto pode ser aproveitada para aplicações que exijam mais segurança. Uma transmissão de dados por ondas de rádio pode ser facilmente interceptada em uma sala ao lado, o que não ocorre em uma transmissão que utilize ondas infravermelhas.

A próxima frequência na escala do espectro eletromagnético é a luz visível. Temos então, em sequência: ondas de rádio, microondas, infravermelho e luz visível (depois temos ultravioleta, raios x etc.). É muito interessante observarmos o seguinte: partindo das ondas de rádio, quanto mais nos aproximamos da frequência da luz visível, mais o comportamento das ondas se assemelha ao da luz visível. Por exemplo, as ondas de rádio podem se propagar através de objetos sólidos, mas as ondas de infravermelho, assim como a luz visível, não podem. As ondas de rádio são omnidirecionais, as de infravermelho são mais direcionais, tal qual a luz visível.

A transmissão em uma rede no padrão IEEE 802.11 é feita através de ondas eletromagnéticas, que se propagam pelo ar e podem cobrir áreas na casa das centenas de metros. Os principais padrões da família IEEE 802.11 (Wi-Fi) são:

Padrão

Frequência

Velocidade

Observação

802.11b

2,4 GHz

11 Mbps

O padrão mais antigo

802.11g

2,4 GHz

(compatível com 802.11b)

54 Mbps

Atualmente, é o mais usado.

802.11a

5 GHz

54 Mbps

Pouco usado no Brasil. Devido à diferença de frequência, equipamentos desse padrão não conseguem se comunicar com os outros padrões citados.

802.11n

Utiliza tecnologia MIMO (multiple in/multiple out), frequências de 2,4 GHz e 5 GHz (compatível portanto com 802.11b e 802.11g e teoricamente com 802.11a)

300 Mbps

Padrão recente e que está fazendo grande sucesso.

Projetando o Layou00000000000

t - Topologia da Rede

A forma com que os cabos são conectados - a que genericamente chamamos topologia da rede - influenciará em diversos pontos considerados críticos, como flexibilidade, velocidade e segurança.

A topologia refere-se ao layout, forma como as máquinas/cabos estarão dispostos na rede e como as informações irão trafegar nesse ambiente.

Topologia de Rede em Barramento

Na topologia de rede em barramento (também chamada de topologia em barra ou linear), os computadores estão dispostos fisicamente de maneira que existe um meio de comunicação central por onde todos os dados da rede de

computadores passam (todas as estações compartilham um mesmo cabo).

Este meio é chamado de barra ou bus, sendo que todos os computadores estão ligados apenas a ele.

Lembre-se: como um único cabo pode ser conectado a vários computadores simultaneamente, esta estrutura é possível de ser montada com cabos coaxiais e conectores BNC APENAS (esqueça a conexão Barra física com cabos UTP).

Então, essa topologia utiliza cabo coaxial, que deverá possuir um terminador resistivo de 50 ohms em cada ponta, conforme ilustra a figura a seguir. O tamanho máximo do trecho da rede está limitado ao limite do cabo, 185 metros no caso do cabo coaxial fino. Este limite, entretanto, pode ser aumentado através de um periférico chamado repetidor, que na verdade é um amplificador de sinais.

Figura -Topologia Linear

Para pequenas redes em escritórios ou mesmo em casa, a topologia linear usando cabo coaxial pode ser utilizada (se bem que, hoje em dia, não é tão comum encontrar mais esse tipo de rede!).

Dentre as principais características da rede barramento cita-se:

A rede funciona por difusão (broadcast), ou seja, uma mensagem enviada por um computador acaba, eletricamente, chegando a todos os computadores da rede. A mensagem em si é descartada por todos os computadores, com exceção daquele que possui o endereço idêntico ao endereço existente na mensagem.

É simples entender isso: quando um computador quer falar com outro qualquer, ele envia um sinal elétrico para o fio central da rede... Esse sinal elétrico (que é, na verdade, a comunicação a ser efetuada, é sentido por todas as placas de rede dos computadores). Ou seja, como o caminho central é um fio, ele irá transmitir a eletricidade a todos os que estiverem em contato com ele.

Baixo custo de implantação e manutenção, devido aos equipamentos necessários (basicamente placas de rede e cabos).

Mesmo se uma das estações falhar, a rede continua funcionando normalmente, pois os computadores (na verdade, as placas de rede, ou interfaces de rede) se comportam de forma passiva, ou seja, o sinal elétrico é APENAS RECEBIDO pela placa em cada computador, e NÃO retransmitido por esta.

Essa também é fácil de entender: como as placas de rede dos computadores ligados na rede em barramento funcionam recebendo as mensagens mas não retransmitindo-as, essas placas de rede podem até estar sem funcionar, mas a rede continuará funcionando (demais placas de rede).

Se as placas de rede funcionassem retransmitindo, seriam sempre necessárias! Ou seja, a falha de uma delas seria a morte para a rede, que delas necessitaria sempre por causa das retransmissões!

ATENÇÃO: Se um conector falhar ou se houver rompimento do cabo, então a rede toda falha.

Quanto mais computadores estiverem ligados à rede, pior será o desempenho (velocidade) da mesma (devido à grande quantidade de colisões).

Como todas as estações compartilham um mesmo cabo, somente uma transação pode ser efetuada por vez, isto é, não há como mais de um micro transmitir dados por vez. Quando mais de uma estação tenta utilizar o cabo, há uma colisão de dados. Quando isto ocorre, a placa de rede espera um período aleatório de tempo até tentar transmitir o dado novamente. Caso ocorra uma nova colisão a placa de rede espera mais um pouco, até conseguir um espaço de tempo para conseguir transmitir o seu pacote de dados para a estação receptora.

Sobrecarga de tráfego. Quanto mais estações forem conectadas ao cabo, mais lenta será a rede, já que haverá um maior número de colisões (lembre-se que sempre em que há uma colisão o micro tem de esperar até conseguir que o cabo esteja livre para uso), o que pode levar à diminuição ou à inviabilização da continuidade da comunicação.

Outro grande problema na utilização da topologia linear é a instabilidade. Como você pode observar na figura anterior, os terminadores resistivos são conectados às extremidades do cabo e são indispensáveis. Caso o cabo se desconecte em algum ponto (qualquer que seja ele), a rede "sai do ar", pois o cabo perderá a sua correta impedância (não haverá mais contato com o terminador resistivo), impedindo que comunicações sejam efetuadas - em outras palavras, a rede pára de funcionar. Como o cabo coaxial é vítima de

problemas constantes de mau-contato, a rede pode deixar de funcionar sem mais nem menos, principalmente em ambientes de trabalho tumultuados. Voltamos a enfatizar: basta que um dos conectores do cabo se solte para que todos os micros deixem de se comunicar com a rede.

E, por fim, outro sério problema em relação a esse tipo de rede é a segurança. Na transmissão de um pacote de dados - por exemplo, um pacote de dados do servidor de arquivos para uma determinada estação de trabalho -, todas as estações recebem esse pacote. No pacote, além dos dados, há um campo de identificação de endereço, contendo o número de nó3 de destino. Desta forma, somente a placa de rede da estação de destino captura o pacote de dados do cabo, pois está a ela endereçada.

Se na rede você tiver duas placas com o mesmo número de nó, as duas captarão os pacotes destinados àquele número de nó. É impossível você em uma rede ter mais de uma placa com o mesmo número de nó, a não ser que uma placa tenha esse número alterado propositalmente por algum hacker com a intenção de ler pacotes de dados alheios. Apesar desse tipo de "pirataria" ser rara, já que demanda de um extremo conhecimento técnico, não é impossível de acontecer. Portanto, em redes onde segurança seja uma meta importante, a topologia linear não deve ser utilizada.

Topologia em Anel

Na topologia em anel, as estações de trabalho formam um laço fechado (todos os computadores são ligados um ao outro diretamente–ligação ponto a ponto), conforme ilustra a próxima figura. Os dados circulam no anel, passando de máquina em máquina, até retornar à sua origem. Todos os computadores estão ligados apenas a este anel (ring).

3 Número de nó (node number) é um valor gravado na placa de rede de fábrica (é o número de série da placa). Teoricamente não existe no mundo duas placas de rede com o mesmo número de nó.

Figura - Topologia em Anel Essa forma de ligação de computadores em rede NÃO é muito comum. As redes Anel são normalmente implementações lógicas, não físicas, ou seja: não é comum encontrar essas redes organizadas REALMENTE em anel, mas na sua maioria apenas funcionando assim (ou seja, é comum as redes serem, por exemplo, fisicamente estrela e logicamente anel – os micros ACHAM que estão em anel).

O padrão mais conhecido de topologia em anel é o Token Ring (IEEE 802.5) da IBM. No caso do Token Ring, um pacote (token) fica circulando no anel, pegando dados das máquinas e distribuindo para o destino. Somente um dado pode ser transmitido por vez neste pacote. Pelo fato de cada computador ter igual acesso a uma ficha (token), nenhum computador pode monopolizar a rede.

Quanto à topologia em anel, as principais características que podemos apontar são:

Se um dos computadores falhar, toda a rede estará sujeita a falhar porque as placas de rede (interfaces de rede) dos computadores funcionam como repetidores, ou seja, elas têm a função de receber o sinal elétrico e retransmiti-lo aos demais (possuem um comportamento ATIVO). Em outras palavras, quando uma estação (micro) recebe uma mensagem, ele verifica se ela (a mensagem) é direcionada para ele (o micro), se sim, a mensagem será assimilada (copiada para dentro do micro). Depois disso (sendo assimilada ou não) a mensagem é retransmitida para continuar circulando no Anel.

Existem redes com topologia em anel que transmitem nos dois sentidos. Desta forma, se um computador falhar, ainda assim a rede continuará funcionando.

A mensagem enviada por um dos computadores atravessa o anel todo, ou seja, quando um emissor envia um sinal, esse sinal passa por todos os computadores até o destinatário, que o copia e depois o reenvia, para que atravesse o restante do anel, em direção ao emissor.

Apresenta um desempenho estável (velocidade constante), mesmo quando a quantidade de computadores ligados à rede é grande.

As redes Anel, podem, teoricamente, permitir o tráfego de dados nas duas direções, mas normalmente são unidirecionais. E também não é comum encontrar redes anel físicas (ou seja, redes que apresentam realmente uma ligação em anel). Ao invés disso, é mais comum encontrar a topologia Anel lógica, ou seja, os micros “acham” que estão funcionando em anel.

Topologia em Estrela

Esta é a topologia mais recomendada atualmente. Nela, todas as estações são conectadas a um periférico concentrador (hub ou switch), como ilustra a figura seguinte. Se uma rede está funcionando realmente como estrela, dois ou mais computadores podem transmitir seus sinais ao mesmo tempo (o que não acontece nas redes barra e anel).

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Figura - Topologia em Estrela As principais características a respeito da topologia em estrela que devemos conhecer são:

Admite trabalhar em difusão, embora esse não seja seu modo cotidiano de trabalho. Ou seja, mesmo que na maioria das vezes não atue desta forma, as redes em estrela podem enviar sinais a todas as estações (broadcast – difusão).

Todas as mensagens passam pelo Nó Central (Núcleo da rede).

Uma falha em uma estação (Micro) NÃO afeta a rede, pois as interfaces de rede também funcionam de forma PASSIVA. Ao contrário da topologia linear em que a rede inteira parava quando um trecho do cabo se rompia, na topologia em estrela, mesmo com o rompimento do cabo (que liga uma estação ao nó central) apenas a estação conectada falha.

Uma falha no nó central faz a rede parar de funcionar, o que, por sinal, também é bastante óbvio! O funcionamento da topologia em estrela depende do periférico concentrador utilizado. Se o hub/switch central falhar, pára toda a rede.

Facilidade na implantação e manutenção: é fácil ampliar, melhorar, instalar e detectar defeitos em uma rede fisicamente em estrela.

Neste caso, temos a grande vantagem de podermos aumentar o tamanho da rede sem a necessidade de pará-la. Na topologia linear, quando queremos aumentar o tamanho do cabo necessariamente devemos parar a rede, já que este procedimento envolve a remoção do terminador resistivo.

A topologia em estrela é a mais fácil de todas as topologias para diagnosticar problemas de rede.

Custa mais fazer a interconexão de cabos numa rede ligada em estrela, pois todos os cabos de rede têm de ser puxados para um ponto central, requisitando mais cabos do que outras topologias de rede.

As redes fisicamente ligadas em estrela utilizam cabos de par trançado, conectores RJ-45 (ou fibras ópticas) e Hubs ou Switches no centro da rede. Há muitas tecnologias de redes de computadores que usam conexão física em estrela, embora funcionem como barra ou anel.

A grande maioria das redes atuais, mesmo as que funcionam de outras maneiras (Anel ou Barramento) são implementadas fisicamente em estrela, o que torna os processos de manutenção e expansão muito mais simplificados.

2. Internet: conceitos.

Vamos começar o tópico Internet mostrando o conceito de Kurose (renomado autor da área de redes):

“A Internet pública é uma rede de computadores mundial, isto é, uma rede que conecta milhões de equipamentos de computação em todo o mundo. A maior parte desses equipamentos é formada por PCs (computadores pessoais) tradicionais), por estações de trabalho com sistema Unix e pelos chamados servidores que armazenam e transmitem informações, como páginas Web (World Wide Web – WWW) e mensagens por e-mail […] No jargão da Internet, todos esses equipamentos são chamados de hospedeiros ou sistemas finais. As aplicações da Internet com as quais muito de nós estão familiarizados, como a Web e o e-mail, são programas de aplicação de rede que funcionam nesses sistemas finais”. Kurose e Ross (2003, p. 1)

Podemos tirar algumas lições daí. Primeiro, que a Internet é uma rede de computadores de alcance mundial. Em concursos públicos, é comum as bancas considerarem que a Internet é uma interligação de redes, ou seja, uma rede de redes. Mas o que é uma rede de computadores, senão um grupo de computadores conectados entre si? Uma rede de computadores é a conexão de dois ou mais computadores para permitir o compartilhamento de recursos e troca de informações entre as máquinas. Existem diversas maneiras de interligar os computadores em rede e de fazer com que a comunicação entre eles aconteça.

Didaticamente, acho interessante começarmos com um exemplo simples. Suponha que em sua casa existam dois computadores. Imagine que estes “micros” são de fabricantes diferentes, mas que ambos possuem um acessório que permita o envio e recebimento de mensagens (placa de rede). Um deles, suponha, possui uma impressora instalada e o outro um grande espaço para armazenamento de dados. Seria natural que você quisesse interligar os dois computadores para compartilhar os recursos. Certamente é melhor do que comprar uma nova impressora para o que ainda não possui este recurso. Para tanto, seria necessário conectá-los por algum meio físico (também chamado de enlace de comunicação) como um par de fios. Assim, usando este meio físico, os computadores podem transmitir mensagens entre si. Mas, é importante que os computadores (também chamados de nós) “entendam” as mensagens recebidas um do outro. De nada adiantaria poder transmitir uma mensagem a um computador se este não puder processar a informação e responder a contento. Observe que, em muitos casos, os computadores possuem uma

estrutura interna diferente, inclusive no modo de operação. Daí, uma solução seria criar uma padronização na forma de comunicação de modo que ambos possam conversar utilizando as normas de comunicação estipuladas (protocolo de comunicação).

Figura 1: Dois computadores interligados Pronto! Temos uma rede de computadores residencial. Os nós da rede podem, agora, prestar serviços um ao outro. Um deles pode solicitar um serviço, como a impressão de um arquivo e o outro fornecer o serviço de impressão. Da mesma forma, um deles pode funcionar como um servidor de arquivos, permitindo que o outro – cliente – usufrua do recurso compartilhado.

Incrementando o exemplo acima: imagine, agora, uma casa com três computadores, sendo dois computadores de mesa e um notebook. Na casa em questão tem uma impressora instalada em um dos computadores de mesa. Será criada uma rede que interligará os três computadores permitindo que o computador onde a impressora está instalada compartilhe-a com os demais. Assim, a partir de um dos computadores da rede será possível enviar um arquivo para a impressora compartilhada. Além da impressora a rede permitirá o compartilhamento de outros recursos, como discos rígidos, leitores de DVD e acesso à Internet.

Esta rede de computadores pode crescer incrementando novos nós aos dois já interconectados. Seria preciso adicionar placas de rede aos computadores já existentes para criar uma conexão física entre eles. Mas, se para cada novo computador fosse necessário acrescentar uma nova placa de rede para cada um dos já existentes, além de fios interligando cada par de computadores da rede, imagine como ficaria um conjunto de 5 computadores! Seriam 4 placas de rede em cada um e mais 4 pares de fios interligando os computadores 2 a 2. Um total de 20 placas de rede e mais 20 pares de fios! Nem pense se estivéssemos falando de uma empresa com 100 computadores!

Figura 2. Rede com 3 computadores Felizmente existem diversas tecnologias que permitem a conexão de computadores em rede. Por exemplo, a tecnologia em barra oferece uma “barra” onde todos os computadores se conectam. As mensagens são transmitidas por meio da barra para todos os computadores conectados a ela. Outra forma de conexão permite que um computador conecte-se a apenas dois outros. Um para o qual ele transmite as mensagens e outro do qual ele recebe. Como em um anel de computadores. Existem, ainda, formas de conexão que utilizam equipamentos especiais para gerir a transmissão de mensagens. Seria como se um computador enviasse a mensagem para o gestor e ele a encaminhasse diretamente ao destino. E não podemos nos esquecer que existe a comunicação sem fio, cada dia mais presente em nossas casas.

E que tal interligar a rede da sua casa imaginária com as redes das casas vizinhas? Com equipamentos adequados para levar as mensagens de uma rede à outra, poderíamos criar redes cada vez maiores! Este é o princípio da Internet. Uma congregação de redes de computadores que utilizam um protocolo de comunicação para se comunicar.

Exemplo 2: Imagine que exista uma rede em cada apartamento de um determinado prédio e que seus moradores desejam compartilhar recursos. Se as redes fossem conectadas de alguma forma, seria possível compartilhar os recursos entre os moradores, inclusive o acesso à Internet! Em qualquer rede é possível disponibilizar “serviços” como, por exemplo, um local específico para armazenar músicas ao qual todos possuam acesso. Suponha que os condôminos tenham escolhido um computador para armazenar arquivos que todos possam acessar a partir de outro computador conectado à rede do edifício. O computador que armazena os arquivos compartilhados é chamado de “servidor de arquivos” e os demais são os “clientes”. Temos aqui um sistema cliente-servidor. Os clientes pedem o serviço e os servidores os executam.

Figura 3: Edifício com computadores interligados Exemplo 3: Imagine, por fim, diversos edifícios em uma cidade. Todos criaram suas próprias redes de computadores com seus serviços específicos (com regras específicas de funcionamento). Em cada prédio, suponha, existem diferentes tipos de computadores, com diferentes formas de comunicação entre eles. Assim, a rede interna de um prédio não consegue comunicar-se diretamente com a rede de outro prédio. Problema? Não se criarmos regras padronizadas para o trânsito dos dados de uma rede para outra. Esta padronização das normas de comunicação existe e é chamada de “protocolo de rede”. É o protocolo de rede que permite a comunicação entre as redes de computadores, independente da forma como os computadores de uma rede comunicam-se internamente. Para interligar as diversas redes, basta que exista um ponto de entrada e saída em cada rede onde os dados são convertidos do padrão interno da rede para o padrão comum a todas as redes conectadas. Eis aqui o princípio básico da Internet.

Figura 4. Exemplo de rede conectando-se a outras redes Estes exemplos permitem entender e armazenar em nossa memória interna (use sua memória de longa duração) vários conceitos importantes no contexto da Internet. O objetivo principal de toda rede sempre foi o de compartilhar recursos e oferecer serviços aos usuários. A Internet é uma rede de redes, portanto, motivou-se na busca do compartilhamento de recursos (principalmente informação), ofertando os mais diversos recursos. É uma rede cliente-servidor (cliente = solicitante de serviços / servidor = fornecedor de serviços) de proporções mundiais conectando os computadores, independente do modo de operação interno de cada um deles.

Geralmente, as redes de computadores recebem uma classificação quanto à abrangência da rede. Uma rede pequena, limitada a um prédio, por exemplo, é dita uma Local Area Network – LAN (rede local). Uma rede com abrangência maior, como uma cidade, é chamada Metropolitan Area Network – MAN (rede metropolitana). Já uma rede de proporções maiores que uma cidade é chamada Wide Area Network – WAN (rede de alcance global).

A Internet é uma WAN, uma rede de redes de computadores de alcance mundial, que interliga milhões de dispositivos espalhados pelo mundo. Estes dispositivos são, em sua maioria, computadores pessoais, estações de trabalho, servidores, que armazenam e transmitem informações. Todos estes equipamentos são chamados de hospedeiros (hosts) ou sistemas terminais, que se utilizam de protocolos de comunicação para trocar informações e oferecer serviços aos usuários da rede. Eles, os hosts, executam as aplicações de rede, como as páginas da World Wide Web – WWW e o correio eletrônico. Mas observe que existem limitações para compartilhar o mesmo meio físico. Por isso, a Internet é uma rede onde nem todos os computadores estão interligados diretamente. Existe a interligação indireta via rede comutada. A ideia deste tipo de conexão é que equipamentos especiais – comutadores ou

roteadores – realizem a interligação de redes, mesmo que estas utilizem tecnologias diferentes.

Neste ponto, podemos perguntar: mas se as redes interligadas podem utilizar tecnologias diferentes, não poderiam existir falhas de comunicação, já que poderiam “falar” línguas diferentes? Sim, as redes podem ser criadas com padrões de comunicação diferentes. O que resolveu o problema de comunicação entre elas, inclusive entre os computadores de fabricantes diferentes, foi o protocolo de comunicação. O protocolo é uma padronização, uma regra que define a forma da comunicação entre os computadores. No caso da Internet, o protocolo padrão é o TCP/IP. Este protocolo é, na verdade, um conjunto de vários protocolos e recebeu este nome por conta dos dois mais conhecidos (e primeiros) protocolos do pacote: o TCP (Transmition Control Protocol) e o IP (Internet Protocol).

Na Internet, as mensagens encaminhadas de um computador a outro são transmitidas por meio de um caminho definido pelo protocolo IP (rota). Este caminho passa pelos roteadores (routers ou gateways) que armazenam e encaminham as mensagens para outros roteadores até o destino final. É uma técnica conhecida como comutação (a comutação é o processo de interligar dois ou mais pontos entre si) por pacotes, diferente da técnica de telefonia – comutação por circuito. A grande diferença entre estas tecnologias de comutação é que na comutação por pacotes, a mensagem é dividida em pacotes e cada pacote pode percorrer caminhos (rotas) distintas, de forma independente uns dos outros, enquanto na comutação por circuitos é criado um caminho dedicado entre a origem e o destino para que a comunicação ocorra. Um bom exemplo de comutação por circuito é a rede telefônica. É preciso estabelecer a comunicação (de modo físico mesmo) entre os dois pontos comunicantes para, depois, realizar a transmissão da voz.

Olhando a Internet mais detalhadamente, identificamos a periferia da rede, onde ficam os computadores que executam as aplicações, e o núcleo da rede formado pelo grupo de roteadores que interligam as diversas redes. Há o entendimento comum de que na periferia da rede estão os hospedeiros ou sistemas terminais (hosts). São assim chamados por hospedarem as aplicações. Podemos citar como programas de aplicação da Internet: o correio eletrônico, a World Wide Web, a transferência de arquivos etc.

A Internet opera em um sistema cliente/servidor, onde os hosts podem participar como clientes (solicitando recursos) e/ou servidores (fornecendo recursos). O protocolo da Internet (TCP/IP) fornece as regras para que as aplicações sejam criadas de acordo com este princípio (cliente/servidor). Os programas trocam informações entre si, mesmo estando em hosts diferentes. O TCP/IP fornece um canal de comunicação lógico entre as aplicações por meio

das chamadas “portas”. Por exemplo, quando digitamos um endereço de um site em nosso programa navegador Internet (browser) – cliente – acionamos uma comunicação entre o navegador e o servidor Web indicado no endereço. Neste caso, uma porta de comunicação é indicada internamente para a solicitação e outra para a resposta. Geralmente, a porta de um servidor Web é a porta 80. Neste prisma, os equipamentos que realizam a conexão entre o cliente e o servidor funcionam como caixas-pretas, transmitindo a mensagem entre os comunicantes. Vale observar que nem todas as aplicações da Internet funcionam exclusivamente como cliente ou como servidor. Existem programas que realizam os dois papéis, ora clientes, ora servidores.

Quem desejar criar uma aplicação distribuída na rede Internet, deverá escolher entre dois serviços disponíveis na Internet para suportar as aplicações: o serviço orientado à conexão e o serviço não orientado para conexão. O primeiro é um serviço chamado “confiável” pois garante a entrega dos dados transmitidos ao destinatário em ordem e completos, enquanto o último não garante a entrega nem, quando a entrega acontece, a ordem ou que os dados estejam completos. Pelas próprias características da comunicação na Internet, não há garantias quanto ao tempo de transmissão. Tenha sempre em mente que a Internet é uma infraestrutura na qual as aplicações são disponibilizadas.

Para usufruir da rede Internet, os sistemas finais (hosts) devem conectar-se a uma rede fornecida por um Provedor de Serviços Internet (Internet Service Provider). Este provedores – locais – conectam-se a provedores regionais e estes a provedores nacionais ou internacionais. Em suma, é uma arquitetura hierárquica, onde o usuário conecta-se por meio de uma rede de acesso (linha telefônica discada, ADSL, rede corporativa, rede 3G etc.).

Existem diversos tipos de conexão. Vejamos os principais:

1. Acesso discado (dial-up): a conexão é realizada por meio de linhas telefônicas convencionais (discadas). É preciso possuir um acessório chamado modem (modulador/demodulador), que é capaz de converter os sinais digitais do computador para os sinais analógicos da linha telefônica. Neste tipo de conexão, o a linha telefônica ficará ocupada enquanto durar a conexão. É uma conexão lenta (baixa taxa de transmissão de dados – 56Kbps4).

2. ISDN (Integrated Services Digital Network): também chamada de RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados) ou de Linha Dedicada, é uma tecnologia que, como o acesso discado, utiliza a linha telefônica comum. Por isso sua grande desvantagem, além de ser lento em

comparação com as novas tecnologias, paga-se pulsos telefônicos. No ISDN tem-se à disposição duas linhas de 64 Kbps cada uma, que podem ser usadas tanto para conexão à Internet quanto para chamadas de voz normais. O usuário pode escolher se irá utilizar as duas linhas em uma determinada conexão ou se deixará uma disponível para ligações de voz. Se fizer a primeira opção, terá uma velocidade total de 128 Kbps. Mas, de outro lado, conectando-se com as duas linhas, paga-se o dobro!

3. ADSL (Assymetric Digital Subscriber Line - Linha Digital Assimétrica de Assinante): tecnologia em grande expansão no Brasil. É um meio de acesso com velocidades altas (banda larga). A grande vantagem do ADSL é permitir acessar a Internet sem ocupar a linha telefônica. É preciso um modem para acessar a rede, conectado ao mesmo fio da linha telefônica, mas sem ocupar o canal por completo. É possível navegar e falar ao telefone ao mesmo tempo! O macete da tecnologia ADSL é utilizar frequências não utilizadas para a voz na linha telefônica. Assim, o modem do usuário pode ficar conectado ao modem da operadora em tempo integral sem a necessidade de ocupar o canal de voz, nem utilizar pulsos telefônicos.

4. Cabo: A conexão via cabo utiliza a mesma infra-estrutura (cabo) do serviço de TV por assinatura, por onde trafegam, ao mesmo tempo, tanto o serviço de televisão quanto os dados de internet. Por isso, a oferta deste tipo de acesso está restrita às regiões onde também existe o serviço de TV paga via cabo. Tal acesso exige um cable modem e um PC com placa de rede. Um aparelho chamado splitter separa o sinal de TV dos dados da web, e o cable modem permite o acesso de seu PC à rede mundial. Uma das vantagens desse tipo de serviço é que a conexão com a web está permanentemente ativa; basta ligar o computador e sair navegando.

5. Satélite: Para efetuar uma conexão com a Internet via satélite, é preciso que o usuário possua uma antena para capturar o sinal do satélite e transmitir para o computador. Por sua vez o computador precisa possuir receptores para este tipo de sinal: modem de satélite. Uma das boas vantagens deste tipo de conexão é que o acesso torna- se independente de localização. Ainda que se esteja em zonas afastadas e esquecidas do Brasil, onde não é oferecido acesso à Internet pelos meios mais convencionais, o acesso via satélite funciona, pois a cobertura atinge todo o território nacional. Só que quanto mais remoto for o local da instalação, mais potência a antena a ser utilizada deve ter.

6. Celular: É possível acessar a Internet via rede celular. Antigamente era uma conexão muito lenta e cara. Atualmente, tem crescido bastante e ofertado boas velocidades de conexão, especialmente após a chegada da tecnologia chamada rede 3G.

7. Rádio: O acesso à internet por rádio é uma forma de acessar a rede sem precisar utilizar fios. É a famosa rede Wireless. Com equipamentos adequados, como roteador sem fio e access point, é possível construir uma rede sem fios para acessar a Internet.

8. Rede elétrica (conhecida como PLC - Power Line Communication): já homologada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), essa tecnologia permite acesso à Internet pela rede elétrica.

Endereço Internet

Você já parou para pensar como o seu computador consegue conectar-se a outro, bastando apenas digitar o nome do computador desejado? Como um programa de navegação consegue saber onde está o recurso solicitado? Você pode até imaginar que seu computador conhece todos os demais da rede, mas será que é assim mesmo? Se a Internet possui milhões (ou bilhões!) de computadores conectados, como o seu computador pode conhecer e conversar com todos eles?

Primeiramente, devo esclarecer que cada computador da rede Internet/intranet possui uma identificação única. Esta identificação é um número da forma: XXX.XXX.XXX.XXX (onde X é um dígito decimal). São quatro grupos de 3 até 3 dígitos cada (0 a 255). Assim, o menor número é 0.0.0.0, enquanto o maior é 255.255.255.255. Cada host da Internet possui um número dentre estes quase 4 bilhões de possibilidades. Se você souber o número associado a um computador acessível na Internet, então poderá “conversar” com ele. Agora, decorar um número sequer destes não é fácil, imagine conhecer todos os números do mundo!

Por isso, ao invés de trabalharmos com o número (endereço) de um computador – chamado números IP – utilizamos um nome para acessar a máquina. Este nome é o endereço Internet do recurso. E como o computador faz para saber o número (endereço) de um nome?

O segredo está no DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínio). O DNS é um sistema que torna possível que qualquer computador encontre qualquer outro dentro da Internet quase instantaneamente. O seu computador faz uma pergunta a um computador participante do Sistema de Nomes de Domínio e este ou encontra a informação que você deseja (no caso

o endereço do recurso procurado), ou se encarrega de encontrar a informação de que você precisa, fazendo perguntas a outros computadores.

Você, certamente, concorda que para nós, humanos, é mais fácil memorizar nomes do que números. Como os computadores só se conhecem pelo número, foi criado um mecanismo que permite a tradução do nome de um recurso para o número que os computadores usam em sua comunicação. Inicialmente, a lista de computadores da Internet era pequena e cada computador da rede mantinha uma lista com os nomes e endereços de todos os demais, sendo que havia uma centralização da lista (quando havia alterações, o computador centralizador enviava novas cópias das listas aos demais).

Depois da explosão de máquinas na rede, a utilização da lista de nomes ficou inviável. Foi aí que apareceu o DNS. Com ele houve a descentralização da informação sobre os nomes dos computadores da rede. De um modo simplificado, podemos dizer que hoje cada rede possui um computador que conhece os computadores presentes em sua rede e quem quiser conectar-se a um destes computadores deve perguntar a este computador. Para encontrar um computador, o solicitante vai perguntando aos computadores da rede que vão indicando o endereço do computador ou a quem pode perguntar.

Hoje existem 13 servidores DNS principais (chamados de servidores raiz) espalhados no mundo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes 13, dez estão localizados nos EUA, um na Ásia e dois na Europa. Para aumentar a quantidade de servidores disponíveis, uma vez que os clientes consultam a base para recuperar o endereço IP de um recurso, foram criadas, desde 2003, várias réplicas e espalhadas pelo mundo, inclusive o Brasil.

Segundo o registro.br, que é o responsável pelo gerenciamento dos domínios brasileiros, “DNS é a sigla para Domain Name System ou Sistema de Nomes de Domínios. É uma base de dados hierárquica, distribuída para a resolução de nomes de domínios em endereços IP e vice-versa”. O DNS é um esquema de gerenciamento de nomes e define as regras para formação dos nomes usados na Internet e para delegação de autoridade na atribuição de nomes. É, também, um banco de dados que associa nomes a atributos (entre eles o endereço numérico) e um algoritmo (programa) para mapear nomes em endereços. Por meio do DNS é possível converter um nome de domínio em um endereço que permite a comunicação entre os computadores.

A estrutura dos nomes de domínios é em forma de árvore, sendo que cada folha (ou nó) da árvore possui zero ou mais registros de recursos. A árvore está subdividida em zonas, sendo uma zona de DNS uma coleção de nós conectados. Seguindo a ideia de uma árvore, o nível mais alto de um nome de domínio é chamado raiz e é representado por um ponto. Este é o nível mais alto para todos os domínios do mundo. Os níveis seguintes são: país de

origem, categoria e domínio. Observe que um domínio pode conter vários subdomínios. Observe o exemplo abaixo:

Figura. Exemplo de Nome de Domínio Existem alguns domínios que são “genéricos”, ou seja, podem ser utilizados tanto para pessoas físicas quanto jurídicas e, no caso americano, sem a designação do país de origem. São eles:

Domínios Destinação

.COM Entidades comerciais.

.EDU Entidades educacionais

.NET Provedores de acesso

.ORG Entidades sem fins lucrativos

.INT Organizações estabelecidas por tratados internacionais

.GOV Apenas para o governo americano. Os demais devem adicionar o nível país.

.MIL Idem anterior para as forças armadas americanas

Tabela. Tabela com domínios genéricos sob gestão dos EUA

Veja a tabela abaixo. Ela foi extraída do site registro.br, entidade responsável pelo registro dos domínios no Brasil. A lista completa está disponível em: http://registro.br/info/dpn.html

Domínios Genéricos

Domínios

Destinação

.COM.BR

Entidades comerciais.

.NET.BR

Entidades comerciais.

Tabela. Tabela com domínios genéricos sob gestão do Brasil

Domínios Para Pessoas Jurídicas

Domínios

Destinação

.EDU.BR

Entidades de ensino superior

.GOV.BR

Entidades do governo federal

.G12.BR

Entidades de ensino de primeiro e segundo grau

.JUS.BR

Entidades do Poder Judiciário

.MIL.BR

Forças Armadas Brasileiras

.TV.BR

Empresas de radiodifusão de sons e imagens

Tabela. Tabela com domínios para pessoas jurídicas

Domínios Para Profissionais Liberais

Domínios

Destinação

.ADM.BR

Administradores

.BIO.BR

Biólogos

.ENG.BR

Engenheiros

.FST.BR

Fisioterapeutas

.MUS.BR

Músicos

.PRO.BR

Professores

Tabela. Tabela com domínios para profissionais liberais

Domínios Para Pessoas Físicas

Domínios

Destinação

.BLOG.BR

Web Logs

.FLOG.BR

Foto Logs

.NOM.BR

Pessoas Físicas

.VLOG.BR

Vídeo Logs

.WIKI.BR

Páginas do tipo “wiki”

Tabela. Tabela com domínios para pessoas físicas

Domínio x Recursos

00000000000

Um domínio congrega vários recursos. Estes últimos, por sua vez, possuem, cada qual, um identificador único, chamado Identificador Uniforme de Recursos (URI - Uniform Resource Identifier). O URI é uma sequência de símbolos utilizada para identificar um recurso na Internet. Para acessar um recurso por meio de um protocolo, utilizamos um tipo de URI chamado URL (Uniform Resource Locator). É por meio do URL que podemos acessar páginas de um site, copiar arquivos, utilizar impressoras, enviar e receber e-mails, etc.).

ATENÇÃO Muitas vezes confundimos o nome do domínio com o URL porque

quando digitamos o nome de um domínio em um programa navegador, recebemos como resposta um recurso (página de um site, por

exemplo). Mas isto ocorre porque há uma configuração no servidor do domínio que indica qual o serviço e qual recurso é utilizado quando

não for especificado o recurso solicitado.

A forma de apresentação de um URL é: <protocolo>://<nome do domínio>/<localização no domínio>/<recurso>

onde:

<protocolo> é o protocolo utilizado para acessar o recurso

<nome do domínio> é o nome do servidor que fornece o serviço

<localização no domínio> é o local onde o recurso desejado está armazenado no servidor (em geral uma pasta no servidor).

<recurso> é o recurso propriamente dito (arquivo, por exemplo)

Por exemplo:

http://www.professorlenin.com.br/aula.pdf

(é um endereço fictício)

http

Protocolo de acesso ao recurso

www (subdomínio)

Domínio dentro do domínio

professor

Nome do domínio

.com

Categoria do domínio

.br

País que gerencia o domínio

Aula.pdf

Arquivo dentro do domínio (recurso).

Protocolos Internet

Primeiramente, cabe lembrar que um protocolo é um regramento para realizar a comunicação. Já estamos acostumados a protocolos em nossa vida cotidiana. Quando telefonamos para alguém, por exemplo, devemos estabelecer a comunicação iniciando pelo tradicional “Alô”. Geralmente quem recebe a ligação diz o primeiro “alô”, indicando que atendeu e está pronto para iniciar a conversação. Em resposta, quem chamou diz “alô”. Pronto, a comunicação está estabelecida.

Imagine a situação onde os comunicantes não falem a mesma linguagem ou não utilizem os mesmos protocolos. A comunicação poderia não ocorrer. No mundo das redes isto é fato: é preciso que o emissor e receptor da mensagem utilizem os mesmos protocolos para que a comunicação ocorra. Segundo Kurose: “Um protocolo define o formato e a ordem das mensagens trocadas entre duas ou mais entidades comunicantes, bem como as ações realizadas na transmissão e/ou recebimento de uma mensagem ou outro evento”.

Para que a comunicação entre os computadores seja possível é preciso que todos os computadores “falem a mesma língua”. Bem, já que eles possuem padrões bem diferentes (hardware diferente, sistemas operacionais diferentes, etc.) a solução encontrada foi criar um conjunto de regras de comunicação, como se fossem as regras de uma linguagem universal. A este conjunto de regras chamamos de protocolo. No caso da Internet, o protocolo é, na verdade, um conjunto de protocolos chamado de TCP/IP. Este nome vem dos dois principais protocolos deste conjunto: o TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP (Internet Protocol - Protocolo de Interconexão).

De forma simples dizemos que para realizar a comunicação entre dois equipamentos na Internet é preciso que o emissor crie a mensagem a ser enviada conforme as normas do protocolo TCP/IP. Assim, para enviar um e-mail é preciso que o programa que realiza esta tarefa conheça o funcionamento dos protocolos envolvidos na operação de envio de e-mails e aplique tais regras à mensagem a ser enviada. O resultado disso é que a mensagem é modificada de forma que os equipamentos existentes no caminho entre o emissor e o receptor sejam capazes de identificar o destino e repassem a mensagem adiante.

O TCP/IP funciona em camadas. Cada camada é responsável por um grupo de atividades bem definidas, ofertando, assim, um conjunto específico de serviços. A camada dita “mais alta” é a camada mais próxima do ser humano, sendo responsável pelo tratamento das informações mais abstratas. Quanto menor for nível da camada, mais próxima estará do hardware. Dessa forma, no topo da pilha de protocolos TCP/IP está a camada de aplicação, que é o

espaço para os programas que atendem diretamente aos usuários, por exemplo, um navegador web. Abaixo dessa camada, a camada de transporte conecta aplicações em diferentes computadores através da rede com regras adequadas para troca de dados. Os protocolos desta camada resolvem os problemas de confiabilidade (os dados chegaram ao destino?), integridade (os dados chegaram na ordem correta?) e identificam para qual aplicação um dado é destinado. Na sequência aparece a camada de rede que resolve o problema de levar os dados da rede de origem para a rede destino. É por conta desta camada, onde está o protocolo Internet Protocol (IP), que um computador pode identificar e localizar outro e a conexão pode ser realizada por meio de redes intermediárias. Finalmente, na parte inferior da arquitetura, está a camada de enlace, que não é propriamente uma camada do protocolo, mas que foi padronizada para garantir a transmissão do sinal pelo meio físico.

O modelo TCP/IP é projetado para ser independente do equipamento físico que o utiliza, não se preocupando com os detalhes do hardware. O componente mais importante do TCP/IP é o protocolo Internet (IP), que fornece sistemas de endereçamento (endereços IP) para os computadores na Internet. O IP permite a interconexão de computadores e, assim, permite o funcionamento da Internet.

Observe que existem duas versões do IP: versão 4 (IPv4) e versão 6 (IPv6). O primeiro é a versão inicial ainda utilizada e o último é uma versão que comporta uma quantidade maior de redes.

O protocolo IP é responsável por endereçar os hosts (estações) de origem e destino (fornecer endereço para elas) e rotear (definir a melhor rota) as mensagens entre elas. Ele manipula pacotes de informação (chamados nesta camada de datagramas). Mas observe: o IP não é orientado para conexão! Ele não estabelece conexões entre a origem e o destino antes de transmitir nem se preocupa se o datagrama chegou ao destino. Não há confirmação de recebimento pelo destinatário. O protocolo TCP é que controla este tipo de detalhe da comunicação.

A tabela a seguir apresenta o modelo TCP/IP. Sublinhamos os principais protocolos cobrados em concursos.

Nome da Camada

Algumas Observações

Aplicação

Nessa camada estão os protocolos de nível mais ALTO (mais próximos do usuário, aqueles que realizam tarefas diretamente em contato com os usuários). Dentre eles

citam-se: HTTP, SMTP, FTP, RTP, Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP, NNTP, POP3, IMAP, DNS,...

Transporte

Oferece suporte à comunicação entre diversos dispositivos e redes distintas. Essa camada possui a mesma função que a camada correspondente do Modelo OSI, sendo responsável pela comunicação fim-a-fim entre as máquinas envolvidas. Principais protocolos da Camada de Transporte: o TCP, o UDP, o SCTP etc.

Internet (ou Rede)

Determina o melhor caminho através da rede.

Apresenta os protocolos responsáveis pelo endereçamento dos pacotes. Nessa camada são determinadas as rotas que os pacotes deverão seguir para chegar ao destino. Dentre os principais protocolos desta camada merecem destaque: IP (IPv4, IPv6) , ARP, RARP, ICMP, RIP, OSPF, IPSec...

Acesso à Rede

Essa camada corresponde às Camadas de Enlace (Vínculo) de Dados e à Camada Física do Modelo OSI. Controla os dispositivos de hardware e meio físico que compõem a rede.

Tabela. Modelo de Camadas TCP/IP

ATENÇÃO AQUI !

Quando uma conexão é estabelecida entre dois computadores, é selecionada uma “porta de comunicação”. Isto permite que um determinado computador possa se comunicar com vários outros utilizando o mesmo endereço global (endereço IP), bastando indicar uma porta diferente.

Os protocolos definem uma porta padrão para utilizar nas conexões, mas estas portas podem ser modificadas pelos usuários.

Por exemplo, o principal serviço da Internet, a navegação em documentos hipertexto (WWW), normalmente funciona na porta 80. Já o serviço de transferência de arquivos pelo protocolo FTP funciona nas portas 20 e 21. Isso mesmo: o FTP utiliza duas portas, mas a mais conhecida é a 21.

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Serviços Internet

A Internet oferece diversos serviços aos clientes. De envio de mensagens instantâneas ao acesso remoto, várias aplicações distribuídas utilizam-se dos mecanismos de comunicação do padrão TCP/IP para realizar operações na rede.

Olhando a Internet deste prisma, serviços, notamos que ela oferece basicamente dois tipos de serviços para aplicações distribuídas: um serviço orientado à conexão (protocolo TCP) e um serviço não orientado à conexão (protocolo UDP).

O primeiro garante que os dados transmitidos a partir de uma origem cheguem ao destino completos e na ordem em que foram enviados.

Já o serviço não orientado à conexão não garante nem uma coisa, nem outra. A ideia é que algumas aplicações preocupam-se mais com o tempo de transmissão do que com a completude dos dados enviados.

Dessa forma, quando vamos desenvolver alguma aplicação distribuída na Internet, optamos por um ou outro tipo de serviço. Usamos o TCP quando queremos a garantia da entrega de todos os dados e usamos o UDP (User Datagram Protocol) quando não precisamos desta garantia. Quanto ao tempo, espera-se que um protocolo que trabalha com o UDP entregue os dados com mais rapidez, mas não há como garantir isso, já que o roteamento realizado na hora do envio pode não selecionar o caminho mais curto entre os dois dispositivos envolvidos na comunicação. Não há, ainda, protocolos Internet que garantam algo em relação ao tempo.

Para entender melhor, veja o quadro a seguir.

TCP

UDP

Garantias: dados chegam; em ordem; sem duplicidade.

Não há garantias! Nenhuma. Nem se os dados chegarão.

Equipamentos intermediários conseguem estocar e retransmitir em caso de falha;

Os equipamentos intermediários não “cuidam” do UDP. Não retransmitem, por exemplo.

Possui muitas funcionalidades que não são comumente usadas (gastam mais tempo e espaço)

Protocolo simples. Não possui muitas funcionalidades implementadas

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Não pode ser utilizado em transmissões “para todos”. Deve sempre ter um destino específico.

Possuem transmissão em broadcast e multicast. (transmissão para vários receptores ao mesmo tempo)

Não pode concluir a transmissão sem que todos os dados sejam explicitamente aceitos.

Não há o controle sobre o fluxo da transmissão.

Tabela: Comparativo entre TCP e UDP. Na sequência, veremos os principais serviços oferecidos na camada de aplicação do TCP/IP. Em outras palavras, estudaremos os serviços que os usuários percebem.

O Serviço World Wide Web – WWW

Dentre os serviços disponibilizados pela Internet, um dos mais importantes é a World Wide Web (Teia de Alcance Mundial ou WWW), sendo muitas vezes confundido com a própria Internet.

É importante entender que Internet não é um sinônimo para World Wide Web (WWW). Nada disso. A WWW é um sistema de servidores Internet que trabalham com tipos especiais de documentos. Estes documentos são construídos de uma forma especial, contendo itens que estes servidores são capazes de entender e manipular. Estes são alguns dos documentos que os navegadores Internet (browsers) conseguem decodificar e mostrar para os internautas. A WWW é uma das formas de comunicação existentes na Internet, mas não a única.

Já a Internet não é apenas um modo de acessar uma mídia na rede, mas, sim, uma massiva rede de redes que permite o compartilhamento de recursos e oferta de serviços. Ela, a Internet, conecta milhões de computadores no mundo, permitindo a troca de informação entre usuários distante milhares de quilômetros em uma fração de segundo.

Daí, podemos concluir que a World Wide Web e a Internet são termos distintos, embora relacionados. A confusão se dá por conta da grande difusão dos serviços WWW, já que foram eles que facilitaram a vida dos internautas, mostrando páginas com gráficos, som e textos com apenas a digitação do endereço onde a página procurada está armazenada.

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A World Wide Web (também chamado de sistema WWW ou simplesmente de Web) é um sistema que usa o protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol) para comunicação. Este protocolo permite a transferência de arquivos hipertexto, criados via linguagem HTML (HyperText Markup Language). O hipertexto em conjunto com o Hyperlink, permite a navegação entre as diversas páginas da WWW contendo textos, imagens, sons e outros recursos. A facilidade de “saltar” de um documento para outro por meio do Hyperlink, aliada à hipermídia presente nestes documentos, talvez seja uma das chaves para o sucesso da WWW.

Já sabemos que um protocolo é um conjunto de regras de comunicação utilizado pelos computadores. É importante que exista um protocolo para que as pessoas possam desenvolver aplicativos, documentos e outros recursos que sejam “entendidos” por todos os demais. Podemos, então, afirmar que a WWW é uma aplicação em rede que utiliza o protocolo HTTP para comunicar-se por meio da Internet. Quando um navegador (browser) “pede” uma página a um servidor Web, uma ligação virtual entre os dois intervenientes é realizada obedecendo as regras do protocolo HTTP.

No caso do HTTP, primeiramente um cliente (geralmente um browser web) faz o pedido de um recurso a um servidor que hospeda o site. Depois, o servidor envia uma resposta ao solicitante e esta resposta engloba o recurso solicitado (por exemplo, um documento HTML ou uma imagem). Note que “servidor HTTP” é sinônimo para “servidor Web”.

No processo de comunicação entre o servidor e o cliente são trocadas outras mensagens de controle do protocolo HTTP. Quando digitamos um endereço de um site no navegador, este enviará ao endereço digitado uma requisição de conexão. O servidor responderá aceitando a conexão e, então, o comando que executa a solicitação do recurso (no caso o que foi digitado no browser) é transmitido ao servidor. Tudo correndo bem, o servidor responderá a solicitação encaminhando o recurso. Quando o cliente recebe a mensagem a conexão é encerrada. Podem ser necessárias outras solicitações para concluir o documento a ser apresentado ao usuário (já percebeu que, algumas vezes, começamos a ver uma página antes de ela estar completa?).

O HTTP permite a transferência de conteúdo no formato hipertexto. O Hipertexto é um texto que contém elos com outros textos, chamados Hyperlinks ou hiperlinks. Dessa forma, ao lermos um hipertexto, podemos saltar para outro documento apenas acionando o hiperlink. Essa é a ideia de “navegar” na Internet. Por meio dos hiperlinks, saltamos de um documento para outro, indefinidamente. Diz que temos aqui uma leitura não-linear dos documentos.

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Pensando uma página web comum, ao solicitarmos um documento, o texto (Hypertext) é recebido (como descrevemos acima) e interpretado pelo navegador. O browser pode, por sua vez, realizar novas requisições para complementar o documento: figuras, arquivos extras, hipertextos e outros recursos que fizerem parte da página. Pronto! O navegador já pode mostrar a página ao leitor, por meio de um processo chamado renderização.

Você mesmo pode criar seus documentos no formato hipertexto e disponibilizar na Internet! O modo mais difundido é o uso da linguagem para formatação de hipertextos: o HTML (HyperText Markup Language). Este formato aplica os conceitos de HyperText e é o padrão para construção de páginas Internet.

ATENÇÃO

Cuidado para não confundir a sigla HTTP com HTML. O HTTP é o protocolo de comunicação para transferir hipertextos, enquanto o HTML é uma linguagem para construir arquivos hipertexto.

O Serviço de Transferência de Arquivos

FTP (File Transfer Protocol) o Protocolo de Transferência de Arquivos é uma das várias formas de transferir arquivos via internet. Normalmente, são utilizados programas clientes especiais para o protocolo FTP, mas é possível realizar a transferência de arquivos por meio da maioria dos softwares do tipo navegador Internet existentes. A transferência dos arquivos ocorre entre um computador cliente (solicitante da conexão para transferência) e o computador servidor (aquele que recebe a solicitação de transferência). O detalhe interessante é que este protocolo utiliza duas portas de comunicação ao mesmo tempo: uma para controlar a conexão e outra para transmitir os arquivos. Isto, em tese, permite uma conexão mais rápida, já que a transferência do arquivo pode acontecer sem o constante controle da conexão (feita por outra porta). O FTP utiliza a porta 21 para o envio de comandos e a porta 20 para o envio dos dados.

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2. Computação nas Nuvens

Nuvem, para a informática é a representação gráfica da Internet. Isso já diz muito, não? A computação na nuvem significa a utilização da Internet para processar nossas informações.

É uma mudança do paradigma que está acontecendo hoje sem que percebamos. Como sempre, quando vivemos um fato histórico, não nos damos conta dele. Estamos armazenando nossos dados na Internet e fazendo computação. É uma mudança importante na maneira como nós armazenamos informações e executamos aplicações. Em vez de executarmos os programas e as informações em computadores individuais, tudo será armazenado “nuvem”.

A IBM conceitua computação na nuvem como uma forma de provisionamento sob demanda de recursos computacionais, tais como hardware, software e armazenamento. Baseado nesta concepção, podemos afirmar que a computação nas nuvens é um ambiente virtual alocado em “algum lugar” da Internet e, situado fisicamente em algum lugar do globo, em que o usuário, ao demandar determinado recurso computacional, tem controle sobre o quanto e quando irá precisar da demanda de hardware da máquina e irá pagar somente por aquilo que foi solicitado.

Podemos dizer, ainda, que computação nas nuvens é a junção de hardware dedicado (servidores) dentro de complexos, chamados de data centers, que virtualizam outros servidores a fim de proporcionar o ambiente virtual que será alocado aos clientes.

A figura a seguir mostra a estrutura básica de um ambiente de computação nas nuvens, em que clientes acessão seus dados através de vários tipos de dispositivos que se conectam as aplicações em nuvens através da Internet.

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Vivemos hoje na era da informação, nosso ambiente é cercado de tecnologias que visam nos manter conectados com o mundo. Uma pessoa processa cerca de 30 Gigabytes por dia e nos últimos três anos criaram-se mais informações do que nos últimos quarenta mil anos de humanidade, toda essa evolução foi possível graças à inovação tecnológica, principalmente à criação da Internet.

A evolução da computação e da internet foi relativamente rápida. Em menos de 40 anos mudamos um cenário centralizado com mainframes, em que as aplicações e os dados eram locais e distribuídos através de redes internas passando para aplicações desktops que compartilham a mesma base de dados. Depois, as aplicações passaram a ser acessadas via browser, disponibilizadas localmente pelas empresas até chegarmos ao nosso cenário atual, em que as aplicações são armazenadas em servidores públicos, com alto poder de processamento e disponibilidade, visando mantê-las sempre em funcionamento com o menor custo possível.

A computação nas nuvens trouxe de volta uma ideia de forma remodelada, a centralização. Criam-se vários datacenters distribuídos, controlados por empresas gigantescas como Microsoft, Google e Amazon. Colocam-se o hardware feito sob demanda, centrais de energia e resfriamento de última geração e softwares de controle que provêm aos clientes uma forma rápida de somar, ou retirar, máquinas de seu pátio computacional. Isto é a computação nas nuvens. Uma forma de prover serviços com pagamento sob demanda de uso. Você paga pelo o que usa e pelo que necessita. (COMPUTERWORLD US, 2010)

Várias empresas foram criadas a partir desta nova tendência de mercado e investiram pesado para poder garantir sua qualificação nesta nova modalidade da informática. A Amazon foi a primeira a lançar uma plataforma de

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computação em nuvens conhecida como EC2 (Elastic Cloud Computing – computação nas nuvens elástica). Seguida pouco tempo depois pela IBM, Intel, Google, com o App Engine e, por fim, a Microsoft, em 2009, disponibilizou o Windows Azure.

As plataformas de computação nas nuvens, baseadas em uma tecnologia de provisionamento elástico, são muito mais que ambientes para disponibilização de aplicações ou armazenamento de arquivos em nuvens. Temos aqui uma tecnologia de alto desempenho e disponibilidade, que visa publicar softwares como serviços na Web, prover serviços de infraestrutura e promover o armazenamento de dados em nuvens. Além disso, os provedores estão disponibilizando ambientes de desenvolvimento integrados às ferramentas de programação já existentes para tentar viabilizar o desenvolvimento rápido e fácil.

Tipologia

Atualmente, a Cloud Computing é dividida em seis tipos:

IaaS – Infrastructure as a Service ou Infraestrutura como Serviço (em português): quando se utiliza uma porcentagem de um

servidor, geralmente com configuração que se adeque à sua necessidade.

PaaS - Plataform as a Service ou Plataforma como Serviço (em português): utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados, um WebService, etc. (p.ex.: Windows Azure).

DaaS - Development as a Service ou Desenvolvimento como Serviço (em português): as ferramentas de desenvolvimento tomam forma no cloud computing como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento baseadas na web e serviços baseados em mashup (site personalizado ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo).

SaaS - Software as a Service ou Software como Serviço (em português): uso de um software em regime de utilização web (p.ex.: Google Docs , Microsoft Sharepoint Online).

CaaS - Communication as a Service ou Comunicação como Serviço (em português): uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante.

EaaS - Everything as a Service ou Tudo como Serviço (em português): quando se utiliza tudo, infraestrurura, plataformas, software, suporte, enfim, o que envolve T.I.C. (Tecnologia da Informação e Comunicação) como um Serviço.

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Modelo de Implantação

No modelo de implantação, dependemos das necessidades das aplicações que serão implementadas. A restrição ou abertura de acesso depende do processo de negócios, do tipo de informação e do nível de visão desejado. Percebemos que certas organizações não desejam que todos os usuários possam acessar e utilizar determinados recursos no seu ambiente de computação em nuvem. Segue abaixo a divisão dos diferentes tipos de implantação:

Privado - As nuvens privadas são aquelas construídas exclusivamente para um único usuário (uma empresa, por exemplo). Diferentemente de um data center privado virtual, a infraestrutura utilizada pertence ao usuário, e, portanto, ele possui total controle sobre como as aplicações são implementadas na nuvem. Uma nuvem privada é, em geral, construída sobre um data center privado.

Público - As nuvens públicas são aquelas que são executadas por terceiros. As aplicações de diversos usuários ficam misturadas nos sistemas de armazenamento, o que pode parecer ineficiente a princípio. Porém, se a implementação de uma nuvem pública considera questões fundamentais, como desempenho e segurança, a existência de outras aplicações sendo executadas na mesma nuvem permanece transparente tanto para os prestadores de serviços como para os usuários.

Comunidade - A infraestrutura de nuvem é compartilhada por diversas organizações e suporta uma comunidade específica que partilha as preocupações (por exemplo, a missão, os requisitos de segurança, política e considerações sobre o cumprimento). Pode ser administrado por organizações ou por um terceiro e pode existir localmente ou remotamente.

Híbrido - Nas nuvens híbridas temos uma composição dos modelos de nuvens públicas e privadas. Elas permitem que uma nuvem privada possa ter seus recursos ampliados a partir de uma reserva de recursos em uma nuvem pública. Essa característica possui a vantagem de manter os níveis de serviço mesmo que haja flutuações rápidas na necessidade dos recursos. A conexão entre as nuvens pública e privada pode ser usada até mesmo em tarefas periódicas que são mais facilmente implementadas nas nuvens públicas, por exemplo. O termo computação em ondas é, em geral, utilizado quando se refere às nuvens híbridas.

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E a Web 2.0? É Cloud Computing?

Alguns autores afirmam que “o termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web - tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais.” A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.

Outros, porsua vez, ensinam que a “Web 2.0 é um termo criado em 2004 pela empresa americana O'Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a ‘Web como plataforma’, envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação e participação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações.”

É importante que fique claro que o próprio criador da World Wide Web, tim Berners-Lee, acredita que este termo “Web 2.0” ainda precisa ser melhor definido, pois a tecnologia mudou de versão e os serviços utilizam componentes tecnológicos anteriores à própria Web.

Talvez a visão de que são as aplicações ou o modo como pensamos os serviços é que mudou radicalmente. Hoje, já estamos pensando em armazenar todos os nossos dados na “nuvem”. É uma clara mudança de paradigma. Onde antes fazíamos apenas uma busca por informações, hoje utilizamos como plataforma para nossas aplicações.

O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia:

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”

O termo Web 2.0 reforça a troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. Neste ambiente, regado a muita banda larga, o ambiente on-line se torna mais dinâmico e o usuário é mais participativo, sendo “o maior produtor de conteúdo na web 2.0”.

A web 2.0 pressupõe o compartilhamento e a participação dos usuários, aproveitando a inteligência coletiva para organizar mais eficientemente a rede

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e o melhor caminho para utilizar e explorar os potenciais da web 2.0 é navegando, conhecendo alguns de seus aplicativos e incorporando o sentido de colaboração e produção que ela estimula.

No quadro a seguir, você poderá conferir a lista, elaborada por um grupo de especialistas em internet (sob a supervisão de Gregor Hohpe, arquiteto de software do Google) com o que era válido antes e o que é obrigatório hoje, com a web 2.0.

Antes

Depois

Complexidade

Simplicidade

Audiência de massa

Nichos

Proteger

Compartilhar

Assinar

Publicar

Precisão

Disponibilidade rápida

Edição profissional

Edição do usuário

Discurso corporativo

Opinião franca

Publicação

Participação

Produto

Comunidade

Principais características da web 2.0

Simplicidade: tudo deve ser intuitivo e evidente;

Compartilhar: a cada dia surgem novas ferramentas de colaboração baseadas no trinômio simples-rápido-web;

Publicar: no mundo da web 2.0 você recebe, transforma e publica num ciclo infinito de geração de informação;

Disponibilidade rápida: as informação são atualizadas de forma muito mais ágil e chegam aos usuários com maior rapidez;

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Edição do usuário/Participação: na web 2.0, o usuário se torna um ser ativo, participativo, que atua sobre aquilo que vê e consome da internet;

Opinião franca: possibilidade democrática e sem barreiras de exercer sua liberdade de opinar;

Comunidade: através da enxurrada de comunidades digitais e Aplicações que nos fazem mais falantes, se torna possível a troca rápida de informações.

Em resumo, a Web 2.0 é um termo criado por Tim O’Reilly, descrevendo uma série de novas tecnologias e modelos de negócio. Por outro lado, de acordo com a Wikipedia, a Web 2.0 se refere à nova geração da WWW, incluindo sua arquitetura e aplicações, se caracterizando por uma transição de armazéns isolados de informações para fontes de conteúdo e funcionalidade; um fenômeno social de criação e distribuição de conteúdo Web; conteúdo mais organizado e categorizado e uma mudança no valor econômico na Web!

Na Web 2.0 encontramos:

1. Editores de texto e planilhas on-line

a. Google Docs

b. Microsoft Office Live

2. Disco Virtual: é uma área de armazenamento de massa que funciona como um pendrive virtual. Podemos armazenar todo tipo de arquivo e depois acessar os dados via Internet.

a. Yahoo Arquivos;

b. MegaUpload;

c. 4shared;

d. DropBox.

3. Favoritos On-line: funcionam como a funcionalidade de favoritos dos navegadores, mas armazenado os dados na Internet.

a. Del.i.cio.us

b. blogmarks.net

c. www.favoritosbr.com

4. RSS: é uma tecnologia que permite recebimento automático das atualizações dos sites de que você mais gosta ou pelos quais se interessa, sem precisar acessá-los um a um.

5. Desktop On-line (ou webtops): é uma página personalizada na qual é possível selecionar, definir a ordem e a aparência dos conteúdos

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apresentados. Estes serviços buscam disponibilizar e agrupar, numa única página de web personalizada, o maior número de serviços do mesmo usuário.

a. Na maioria dos casos, são fornecidos por serviços on-line como Netvibes, Google Desktop, Yahoo! e Windows Live;

b. Alguns desktops on-line necessitam de instalação de plugins ou arquivos executáveis para funcionar;

c. Outros são completamente on-line, como o Netvibes, que exige apenas que você faça uma inscrição no servidor, como se estivesse se cadastrando numa conta de e-mail.

DICA: o site http://www.go2web20.net possui uma lista de aplicações on-line (web 2.0).

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E então, a Web 2.0 não é Cloud Computing? Sim, é.

Comunidades Virtuais

Embora pareça ser a mesma coisa, especialmente pela ligação que fazemos entre uma comunidade virtual e uma rede social, são conceitos distintos.

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“A rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre agrupamentos de interesse mútuos” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social).

Por meio de uma rede social é possível encontrar pessoas, enviar mensagens, trocar experiências, lançar discussões e também organizar relacionamentos através de grupos ou, das chamadas, comunidades virtuais. Por meio de uma rede social, é possível criar comunidades.

A comunidade, portanto é um grupo formado por pessoas com interesses e objetivos semelhantes e ligações em comum, que se relacionam através de ferramentas de Internet.

As comunidades são formadas, principalmente, em redes sociais, mas existem comunidades em sites de jogos on-line, salas de bate-papo, entre outros. Um exemplo de uma rede social que permite a criação de comunidades é o Orkut: www.orkut.com.br.

Há uma enorme diversidade de comunidades virtuais. Elas podem ser temáticas e/ou organizacionais como comunidades de pessoas que divulgam e discutem literatura e poesia, de feministas que lutam pelos direitos das mulheres, de sindicalistas, de voluntários, de pacifistas, de ecologistas, dos que lutam pela preservação da Terra, pelos direitos humanos, etc.

Sintetizando, redes sociais na internet são pessoas interagindo com outras pessoas, através de plataformas digitais abertas – Orkut, Twitter, etc. – possibilitando assim um espaço horizontal de conversação e de informação, em torno de objetivos comuns.

É comum pensarmos que a comunidade virtual e a rede social são a mesma coisa. É até difícil separar as duas, pois andam juntas por aí. Mas fica claro que em redes sociais buscamos a interação entre as pessoas, a comunicação entre os seres sem a necessidade de um compromisso com um grupo. Já na comunidade, o foco é um objetivo comum. As pessoas formam laços afetivos mais fortes, têm mais compromissos umas com as outras e um sentimento de pertencimento a um grupo, uma causa.

Redes sociais ou redes de relacionamentos podem permitir – e daí uma certa confusão:

Criar comunidades;

Manter essas comunidades;

Participar de comunidades;

Promover a interação entre os usuários.

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Os weblogs e fotologs também estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem lista de amigos. Nos weblogs o privilégio é para os textos e nos fotologs a imagem é trabalhada. Nos fotologs e weblogs as dinâmicas das redes são observadas e estão sempre em transformação.Eles também podem ser hubs, na medida em que possui muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem.

Características

As características das redes de sociais são grandes indicadores dos motivos de seu sucesso, principalmente entre o público brasileiro. Dentre elas podemos destacar:

1- As mensagens enviadas chegam rapidamente numa comunidade virtual;

2- Pode-se obter a resposta imediatamente se a pessoa interessada estiver on- line;

3- No ambiente, a privacidade dos usuários fica exposta para qualquer pessoa associada;

4- Todos podem ver seus recados e salvar suas fotos;

5- Você terá opção de restringir algumas informações do seu perfil. ORKUT

Rede social filiada ao Google, foi criada em 2004 com o objetivo de facilitar a criação de relacionamentos virtuais.

O Orkut é um software social on-line criado para estimular a construção de redes de relacionamento e tornar a sua vida virtual e a de seus amigos mais ativa e interessante.

Por meio de um perfil, é possível entrar em fóruns de discussão, criar comunidades específicas e enviar e receber recados virtuais.

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FACEBOOK

Também existente desde 2004, é um site de relacionamento fundado por um ex-estudante da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Até 2006, apenas estudantes de universidades norte-americanas poderiam criar o seu perfil.

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O meu perfil no facebook, por exemplo, é http://www.facebook.com/alexandre.lenin.carneiro. Além deste perfil, criei duas páginas na rede social. Sim, há uma diferença entre uma página na rede social e um perfil. Com o perfil, podemos nos tornar amigos, enquanto em relação às páginas podemos curtir a página.

Minhas páginas: http://www.facebook.com/sintoniadaalma e http://www.facebook.com/horadoestudo.

Além das páginas, podemos, ainda, criar grupos de usuários, de forma que as postagens dentro de um grupo são compartilhadas com os demais. Estes grupos podem ser abertos ou fechados, podendo exigir aprovação para ingresso nos mesmos.

TWITTER

Moda atual no Brasil, o Twitter é um servidor de microblogging que permite enviar mensagens de até 140 caracteres, através da própria web ou via SMS.

As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las.

Personalidades brasileiras, como Marcelo Tas, Rubens Barrichello, Luciano Hulk, Mano Menezes estão entre os mais seguidos, sendo os dois últimos os primeiros brasileiros a terem mais de um milhão de seguidores.

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FLICKR

Site que hospeda fotos e documentos gráficos.

Criado em 2004, a rede permite que usuários criem álbuns para armazenamento e visitação de seus próprios arquivos, na maioria deles, imagens fotográficas.

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O nível de interatividade entre os usuários é o destaque.

MYSPACE

O MySpace foi criado em 2003 e funciona como um agrupamento de blogs, fotos, e-mails e grupos de discussão.

A crescente popularidade do site e a possibilidade de hospedar arquivos em formato MP3, fez com que muitas bandas e músicos se registrassem para divulgar seu trabalho.

É um serviço de rede social parecido com blog e fotologs vinculados ao perfil do usuário;

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YOUTUBE

Fundado em 2005, é um site que permite o carregamento e compartilhamento de vídeos em formato digital.

É o mais popular site do tipo, com mais de 50% do mercado, devido à possibilidade de hospedar quaisquer vídeos, exceto aqueles protegidos por

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direitos autorais, apesar deste material ser encontrado em abundância no sistema.

SECOND LILFE

É um simulador da vida real ou também um MMOSG, (Jogo com Múltiplos Jogadores) um mundo virtual totalmente 3D, no qual os limites de interação vão além da sua criatividade.

Nele, além de interagir com jogadores de todo o mundo em tempo real, é possível também criar seus próprios objetos, negócios e até mesmo personalizar completamente seu avatar (consulte o glossário ao final desta edição).

O Second Life tem sido muito procurado pelas grandes empresas, que criam suas sede on-line para promover reuniões, eventos e negócios com clientes e empregados espalhados pelo mundo, porém reunidos num único local no espaço virtual.

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GAZZAG

O Gazzag é um software que propicia a formação de redes de relacionamento, assim como o Orkut. Ele possui recursos extras para conversar on-line. Apresenta uma dinâmica parecida com a do l, porém com outros atrativos como blogs, fotologs, gerenciador de tópicos e sites para jogos de cartas on- line, videologs, no qual os usuários podem interagir por meio de chats.

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No quesito privacidade, o Gazzag é mais rigoroso, pois apenas pessoas autorizadas podem escrever nas mensagens públicas de cada usuário. Outro ponto forte é a boa navegabilidade e layout agradável.

Listas, Chat e outros

A lista de discussão é uma forma de comunicação na Internet que utiliza o sistema de correio eletrônico como ferramenta básica de contato.

A ideia é simples e funciona como um programa de computador de armazena uma base de dados contendo os endereços de correio eletrônico dos participantes da lista e quando um participante envia uma mensagem para a lista esta é encaminhada aos demais.

Esta ferramenta transformou-se, com o tempo, em um serviço explorado por grandes sites e oferecem vários outros serviços, bem como diversas configurações para facilitar a gestão do grupo de participantes.

Podemos citar como exemplo o Yahoo Grupos e o Google Grupos. Ambas são listas de discussão que oferecem recursos como a criação de página do grupo, armazenamento das mensagens enviadas para consulta posterior, armazenamento de fotos, agenda, arquivos etc.

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CHAT

Chat ou sala de bate-papo é um serviço oferecido por inúmeros servidores pelo qual os usuários podem conversar com várias pessoas ao mesmo tempo. Para utilizá-lo, não é necessário nenhum software especial, apenas o navegador que usamos para acessar a internet.

Os chats são utilizados para diferentes fins: empresas costumam disponibilizar seus funcionários para esclarecer dúvidas on-line para seus clientes; funcionários de uma mesma empresa, que trabalham em diferentes lugares, podem se comunicar; professores podem se reunir virtualmente com seus alunos. Mas a imensa maioria dos usuários utiliza esse serviço para se divertir, conhecer pessoas, falar com gente famosa e com quem mais quiser.

WIKI

Wiki significa rápido na língua havaiana. Mas, afinal, o que é Wiki? Trata-se de um hipertexto que pode ser editado on-line por qualquer pessoa. As regras de edição e formatação são simples:

Ao acessar uma página Wiki não vemos diferença em relação a outros sites. Entretanto, as páginas Wiki possuem um link “Edit This Page” (Editar esta página) no qual podemos modificar, escrever, deixar recados, opinar, etc., como no exemplo abaixo:

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A maioria dos softwares servidores Wiki é gratuita, com código aberto, e existe para os principais sistemas operacionais. Apesar de serem livres, é necessário se cadastrar nos sites para editar o conteúdo.

O texto de uma página Wiki é formatado como uma página web, de acordo com algumas simples convenções. Para acesso a uma página Wiki, basta apenas um navegador (browser), como o Firefox, o Opera, o Internet Explorer ou o Netscape.

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3. Exercícios Comentados.

1. (FCC/2013/DPE-SP/OFICIAL DE DEFENSORIA PUBLICA) É o serviço

padrão da Internet para a transferência de arquivos entre computadores. A partir dele usuários podem obter ou enviar arquivos de/ou para outros computadores da internet. O acesso é controlado através de login e senha. No servidor é possível configurar quais pastas devem ficar disponíveis para cada usuário e especificar as permissões de cada um. Existe a opção de se criar um login anônimo.

O serviço ou protocolo referenciado no texto é

a) FTP.

b) TCP/IP.

c) SMTP.

d) IMAP.

e) POP.

Comentários

O serviço para transferência de arquivos é o File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos) – FTP. Isso não significa que a transferência de arquivos é exclusiva deste protocolo, nem que o FTP só faz isto. Ele, na verdade, é um protocolo para gestão de arquivos, ou seja, é possível navegar por pastas (diretórios), copiar, mover, renomear e apagar arquivos e diretórios, fazer o download e upload de arquivos e, até executar arquivos (comandos).

A resposta é a letra A. Vejamos os conceitos associados os demais protocolos.

B- TCP/IP – Não é um protocolo, mas sim um conjunto de protocolos utilizados pela Internet/intranet.

C- SMPT – Simple Mail Transfer Protocol (Protocolo Simples para Transferência de Email) é o protocolo para ENVIO de e-mail.

D- IMAP - Internet Message Access Protocol (Protocolo de acesso a mensagem da internet) é um protocolo para gestão de correio eletrônico (vai além de apenas receber as mensagens).

E- POP – Post Office Protocol (Protocolo dos Correios) é um protocolo utilizado para acessar a caixa de correio eletrônico. Basicamente, este protocolo acessa a caixa de correio e faz o download de todas as mensagens. Por estas características, este protocolo é mais utilizado em programa cliente de correio instalado em uma máquina local.

GABARITO: A.

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2. (FCC/2013/PGE-BA/ANALISTA DE PROCURADORIA-ADM) O site de

busca Google é um dos mais utilizados atualmente para a pesquisa na Internet devido à qualidade e à extensa base de informações disponibilizada. Nesse site, é possível filtrar a quantidade de resultados por meio de uma busca exata de uma frase. Assim, caso se deseje buscar os sites que mencionem a História Brasileira, deve-se digitar a frase no seguinte formato:

a) (História Brasileira)

b) "História Brasileira"

c) [História Brasileira]

d) 'História Brasileira'

e) História OU Brasileira

Comentários

A busca exata por uma frase pode ser realizada digitando a frase entre aspas. Segundo o Google a busca, neste caso, é realizada pelo termo exato entre aspas, incluindo a sequência de palavras.

Ao omitir as aspas, o google continuar procurando por todas as palavras, mas agora sem exigir que formem uma frase exata, que estejam na sequência digitada.

É bom saber que o Google ignora palavras e caracteres comuns, conhecidos como palavras descartáveis. O Google automaticamente descarta termos como "http" e ".com", assim como dígitos ou letras isoladas, porque, segundo o Google, eles raramente ajudam na busca e podem torná-la consideravelmente mais lenta.

Uma forma de determinar uma palavra descartável é usar o sinal "+" na sua pesquisa. Tenha a certeza de incluir um espaço antes do sinal "+". É possível incluir o sinal "+" na busca de frases.

Então, a resposta é a letra B.

GABARITO: B. 3. (FCC/2013/TRT01/ANALISTA JUDICIARIO-EXECUÇÃO DE

MANDADOS) Considere:

Uma intranet simples pode ser criada conectando-se um computador cliente munido de um navegador web a um computador equipado com um software I via uma rede que utiliza a pilha de protocolos II . Um III mantém visitantes indesejados do lado de fora da rede.

As lacunas I, II e III deverão ser preenchidas correta e respectivamente por:

a) sistema operacional, HTTP, firewall

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b) servidor web, TCP/IP, firewall.

c) browser, HTTP, proxy.

d) servidor de aplicação, TCP/IP, DNS.

e) gerenciador de redes, TCP/IP, DNS.

Comentários

A resposta está na letra B: “Uma intranet simples pode ser criada conectando- se um computador cliente munido de um navegador web a um computador equipado com um software SERVIDOR WEB via uma rede que utiliza a pilha de protocolos TCP/IP. Um FIREWALL mantém visitantes indesejados do lado de fora da rede.”

O Servidor Web é um software especial que gerencia as páginas, o sistema de documentos hipertexto. Ele possui outras funcionalidades, porém esta é a principal. Quando falamos em rede Internet ou intranet, falamos do conjunto de protocolos (chamado de pilha) chamado de TCP/IP (nome dos dois principais protocolos da pilha). Finalmente, é uma das formas de manter os visitantes indesejados do lado de fora da rede. Ele funciona, com este objetivo, por meio de filtros, impedindo conexões indesejadas.

Para que não restem dúvidas, vamos conceituar os termos que aparecem nas demais opções.

Sistema Operacional = programa (ou conjunto de programas) básico que gerencia o funcionamento do computador, fornecendo uma interface de comunicação entre o usuário e a máquina.

HTTP (Protocolo de Transferência de Hipertexto) = é um protocolo de comunicação usado na WEB, responsável pela transferência de arquivos em formato Hipertexto.

Browser = navegador web.

Proxy = é um servidor intermediário que recebe solicitações de clientes da rede, busca e retorna a resposta. Pode, inclusive, armazenar respostas para encaminhar aos clientes mesmo quando estiver off-line. Aproveitando-se deste ponto de controle, de contato com o mundo exterior à rede, o proxy pode funcionar como filtro de navegação.

Servidor de aplicação = servidor que disponibiliza um ambiente para a instalação e execução de certas aplicações, centralizando e dispensando a instalação nos computadores clientes.

DNS = Sistema de distribuição de nomes de domínios, onde existe a associação de nomes de domínios a IPs da rede Internet.

Gerenciador de redes = sistemas, protocolos que permitem a gestão da rede de computadores.

GABARITO: B.

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4. (FCC/2013/BB/ESCRITURÁRIO) Na empresa onde Maria trabalha há

uma intranet que possibilita o acesso a informações institucionais, destinada apenas ao uso dos funcionários. Essa intranet representa um importante instrumento de comunicação interna, proporcionando redução das distâncias entre os funcionários, aumento da produtividade e a criação de novas possibilidades de interação institucional. São centralizados os procedimentos, circulares, notícias, formulários e informações comuns para os funcionários em um servidor de intranet. Para transferir páginas entre o servidor e os computadores ligados na intranet, permitindo que se navegue em páginas da web por meio de hyperlinks, utiliza-se um Protocolo de Transferência de Hipertexto que é conhecido pela sigla

a) HTTP.

b) FTP.

c) SMTP.

d) UDP.

e) SSL.

Comentários

O protocolo que permite a transferência de documentos hipertexto é o HTTP. O nome já diz: HiperText Transfer Protocol – Protocolo de Transferência de Hipertexto.

FTP – Protocolo de Transferência de Arquivos.

SMTP – Protocolo para envio de e-mails.

UDP – Protocolo da camada de transporte do conjunto de protocolos TCP/IP. é um protocolo não orientado a conexão.

SSL – é um protocolo criptográfico que confere segurança de comunicação na Internet para serviços como E-mail (SMTP), navegação por páginas (HTTPS) e outros tipos de transferência de dados

GABARITO: A. 5. (FCC/2013/TRT01/TECNICO_JUDICIARIO-ÁREA ADMINISTRATIVA)

Todos os computadores que acessam a internet recebem um único endereço que é normalmente um número de 32 bits representados por quatro séries de números que vão de 0 a 255 e são separados por pontos. Quando um usuário envia uma mensagem a outro usuário da internet, a mensagem é decomposta em pacotes que contêm seu endereço de destino. Seria muito difícil lembrar endereços compostos por sequências de 12 números para se enviar uma mensagem, por isso, um determinado sistema converte esses endereços numéricos em nomes de domínio. Um nome de

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domínio é o nome alfanumérico que corresponde ao endereço de 32 bits exclusivo para cada computador conectado à internet. Para acessar um computador na internet, utiliza-se o nome de domínio, não sendo necessário digitar o endereço numérico do computador de destino.

O sistema que converte os endereços numéricos citados no texto para nomes de domínio é conhecido como

a) ISP.

b) HTTP.

c) E-DNA.

d) IPC.

e) DNS.

Comentários

O sistema que converte os endereços numéricos citados no texto para nomes de domínio é conhecido como Domain Name System (letra E). Este é o papel principal do sistema de nomes de domínio. Ao invés de decorarmos os números IPs das máquinas que queremos acessar, basta memorizar os nomes e o DNS faz a conversão. Além de ser mais prático, os números IPs podem ser modificados com o tempo e assim não precisamos atualizar nossos dados sobre os serviços. Basta que o serviço mantenha o mesmo nome de domínio.

As demais siglas desta questão siginificam:

a) ISP = Internet Service Provider = Provedor de Serviços de Internet.

b) http = HiperText Transfer Protocol = Protocolo de Transferência de Hipertexto.

c) E-DNA = significado desconhecido em conceitos para Internet.

d) IPC = Inter-Process Comunication = Comunicação entre processos.

GABARITO: E. 6. (FCC/2013/PGJ-CE/TÉCNICO MINISTERIAL-APOIO

ESPECIALIZADO) Para se montar uma intranet segura e confiável são necessários procedimentos adequados. Um procedimento INCORRETO é:

a) Definir as conexões: para que funcionários tenham acesso à intranet, seus computadores não podem estar conectados à rede local (LAN) da organização. O essencial é que tenham acesso à internet e possuam browsers como o Internet Explorer, Chrome, Firefox ou Safari.

b) Dimensionar o servidor web: o hardware a ser usado como servidor de intranet depende do tamanho da intranet, do conteúdo a ser publicado e

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do número de pessoas que tenham acesso à intranet em cada dado momento.

c) Escolher o software do servidor web: o software lida com todos os pedidos de arquivos armazenados no servidor, localiza o conteúdo e o encaminha à máquina certa. O software mais popular é o Apache, que é gratuito. Outro muito usado é o Microsoft Internet Information Server.

d) Escolher um servidor de apoio: em empresas nas quais os funcionários dependem mais da intranet para acesso a aplicativos disponíveis via web, se torna importante utilizar outro servidor de apoio ou mesmo um sistema de servidores em rede que compartilhem as responsabilidades.

e) Escolher um firewall: um firewall é essencial para a segurança da intranet, especialmente se ela possui extensões em formato extranet ou permite acesso remoto de fora da rede local da empresa.

Comentários

A letra A está errada. A intranet é uma rede que funciona dentro da Organização e pode, sim, estar conectada à rede local, fazendo parte dela. Não é importante que os usuários da intranet tenham acesso à Internet, pelo menos não para os objetivos da intranet. Aliás, o acesso direto dos usuários à grande rede (Internet) torna o sistema menos seguro. As demais opções estão corretas.

GABARITO: A. 7. (FCC/2013/AL-RN/TÉCNICO EM HARDWARE) Muitos sites podem usar

informações de localização para tornar mais úteis as informações exibidas ao usuário. Por padrão, o Google Chrome versão 27,

a) só rastreia o local físico de usuários situados na mesma região de onde o site está hospedado.

b) além de rastrear o local físico do usuário, fornece informações do mesmo, como nome e e-mail.

c) permite que todos os sites rastreiem o local físico do usuário.

d) pergunta quando um site tenta rastrear o local físico do usuário.

e) permite que apenas sites do governo rastreiem o local físico do usuário.

Comentários

A resposta correta é a letra d: “pergunta quando um site tenta rastrear o local físico do usuário”.

Segundo o aplicativo, o Google Chrome nunca compartilha a localização sem a permissão do usuário. Por predefinição, sempre que visitar um site que

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pretenda utilizar as informações de localização, o Google Chrome avisa o usuário apresentando uma mensagem na parte superior da página. A localização só é enviada para o site se o usuário clicar em “Permitir” na mensagem.

Se aceitar compartilhar a sua localização com o site, o ícone de localização aparece na barra de endereço para lhe lembrar de que autorizou o site – ou algo incorporado no site, como um mapa – a acessar sua localização. Para ver mais detalhes ou para limpar as permissões de localização do site, basta clicar no ícone.

GABARITO: D. 8. (FCC/2013/PGE-BA/ASSISTENTE DE PROCURADORIA) Para

responder à questão, considere as informações a seguir:

Em uma repartição pública os funcionários necessitam conhecer as ferramentas disponíveis para realizar tarefas e ajustes em seus computadores pessoais.

Dentre estes trabalhos, tarefas e ajustes estão:

I. Utilizar ferramentas de colaboração on-line para melhoria do clima interno da repartição e disseminação do conhecimento.

II. Aplicar os conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas a fim de possibilitar a rápida e precisa obtenção das informações, quando necessário.

III. Conhecer e realizar operações de inserção de elementos nos slides do PowerPoint, dentre outras.

IV. Conhecer as formas utilizadas pelo Excel para realizar cálculos e também operações de arrastar valores de uma célula para a outra.

V. Realizar pesquisas na Internet usando os sites de busca mais conhecidos.

Uma das formas de disseminação do conhecimento, conforme referido no item I, é um sítio (site) na Web para o trabalho coletivo. É resultado do trabalho de um grupo de autores com a funcionalidade de que qualquer um pode juntar, editar e apagar conteúdos ainda que estes tenham sido criados por outros autores. Trata-se de

a) chat.

b) wiki.

c) blog.

d) e-mail.

e) fórum.

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Comentários

A resposta correta é a letra B: Wiki. Você já conhece esta tecnologia? Provavelmente já visitou a wikipedia, uma biblioteca colaborativa. É um ótimo exemplo de wiki, pois este serviço utiliza o wiki, permitindo que os próprios usuários editem páginas. Esta é uma grande vantagem e desvantagem da wikiedia. Cresce muito rapidamente com a colaboração dos usuários, mas as informações nem sempre são precisas.

O wiki é assim, permite a manipulação das páginas de forma simples e rápida, utilizando-se de comandos especiais para a formatação dos textos que serão apresentados nas páginas. Não há necessidade de conhecimentos técnicos em HTML ou algo do gênero, basta conhecer alguns marcadores simples e editar diretamente o texto.

Além disso, nos aplicativos mais modernos de wiki, existem editores de texto que funcionam no navegador e permite aplicar as formatações como se estivéssemos editando em um aplicativo como o Word.

O chat é um bate-papo entre usuários da rede, enquanto o blog é uma espécie de diário online. Todos conhecemos o e-mail, não é? Finalmente, a última errada é o fórum, pois este serviço funciona como uma central de discussão, onde os usuários enviam seus comentários, dúvidas e textos que são associados a tópicos. A ideia é criar um centro de debates envolta de tópicos, formando uma discussão por assuntos.

GABARITO: B. 9. (FCC/2013/PGE-BA/ASSISTENTE DE PROCURADORIA) Para

responder à questão, considere as informações a seguir:

Em uma repartição pública os funcionários necessitam conhecer as ferramentas disponíveis para realizar tarefas e ajustes em seus computadores pessoais.

Dentre estes trabalhos, tarefas e ajustes estão:

I. Utilizar ferramentas de colaboração on-line para melhoria do clima interno da repartição e disseminação do conhecimento.

II. Aplicar os conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas a fim de possibilitar a rápida e precisa obtenção das informações, quando necessário.

III. Conhecer e realizar operações de inserção de elementos nos slides do PowerPoint, dentre outras.

IV. Conhecer as formas utilizadas pelo Excel para realizar cálculos e também operações de arrastar valores de uma célula para a outra.

V. Realizar pesquisas na Internet usando os sites de busca mais conhecidos.

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A tarefa V pode ser realizada utilizando-se o Google. Se o funcionário necessitar fazer uma busca especial usando uma frase exata (ex. "concursos públicos em 2013"), um idioma específico (ex. "português") e, ainda, que a busca traga como resultado somente links de um determinado tipo de arquivo (ex. "PDF"), ele deve clicar no ícone específico de opções e, na janela que abrir, deverá escolher

a) Busca configurada.

b) Configurações da pesquisa.

c) Histórico da internet.

d) Ajuda avançada.

e) Pesquisa avançada.

Comentários

A tarefa V é “Realizar pesquisas na Internet usando os sites de busca mais conhecidos” e para realizar uma busca específica, por tipo de arquivo, sem usar a digitação de parâmetros na caixa de texto para a busca, o usuário deve ir ao item “busca avançada”, letra “E”.

A pesquisa avançada nos leva a opções como as da imagem a seguir.

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GABARITO: E. 10. (FCC - 2008 - TCE-AL - Analista de Sistemas) O URL acessado para

verificar e fazer o registro de um domínio para a internet no Brasil é

a) http://www.registro.com.br/

b) http://www.registro.cgi.br/

c) http://registro.br

d) http://cgi.org.br/

e) http://registro.org.br/

Comentários

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Cada país determina a forma de gerenciamento dos domínios locais. O comum é que exista um órgão de controle que realiza o gerenciamento dos nomes.

No nosso caso – Brasil – o endereço para registrar um domínio é o http://registro.br

Gabarito: C. 11. (FCC - 2009 - MPE-SE - Técnico do Ministério Público – Área

Administrativa) Uma página Web é obtida na Internet por meio do endereço URL que basicamente indica o

a) protocolo, o nome do computador hospedeiro, o caminho e o nome da página.

b) caminho e o nome da página, apenas.

c) protocolo, o caminho e o nome da página, apenas.

d) protocolo, o nome do computador hospedeiro e o nome da página, apenas.

e) nome do computador hospedeiro, o caminho e o nome da página, apenas.

Comentários

O correto para um URL é: <protocolo>://<nome do domínio>/<localização no domínio>/<recurso>. Portanto, a resposta correta é a letra “a”.

Gabarito: A. 12. (FCC - 2009 - MPE-AP - Técnico Administrativo) As estações de

trabalho dos técnicos estão conectadas à rede de computadores local do Ministério Público e têm acesso à rede mundial Internet por meio dos navegadores Internet Explorer 8.0 (navegador Web padrão) e Mozilla Firefox. Os recursos destas redes, dispositivos de comunicação, protocolos de rede e mecanismos de segurança, possibilitam as buscas de informações e a utilização dos serviços WWW, bem como a troca de mensagens eletrônicas por meio dos programas de e-mails Outlook Express (correio eletrônico padrão) e Mozilla Thunderbird. A comunicação entre os computadores do Ministério Público com o servidor Web, para enviarem solicitações e receberem as respostas dos serviços WWW, normalmente é realizada por meio do protocolo

a) FTP.

b) POP3.

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c) TCP/IP.

d) SMTP.

e) HTTP.

Comentários

Questão interessante. Podemos perceber que o examinador testa os conhecimentos sobre os protocolos que a Teia Mundial utiliza. Nós já sabemos que o protocolo da WWW é o protocolo HTTP. Memorize que o protocolo aparece no URL antes de “://” . Lembra que em um endereço de um site na Internet começa com http? Então, este é o protocolo da web. Vamos às outras opções:

a) FTP. Errado. O File Transfer Protocol é utilizado para transferência de arquivos.

IMPORTANTE

Muitas questões irão explorar o fato de que o protocolo HTTP também permite transferir arquivos e de que o protocolo FTP pode ser utilizado no navegador. Claro que você não se confundirá! Fique de olho!

b) POP3. Errado. Este protocolo é para trabalhar com e-mails.

c) TCP/IP. Errado. Aqui temos outra pegadinha. O TCP/IP é um grupo de protocolos, sendo que um destes protocolos da chamada “pilha TCP/IP” é o HTTP.

d) SMTP. Errado. Temos aqui o Simple Mail Transfer Protocol (Protocolo Simples de Transferência de Correspondência). Cuidado, pois é possível transmitir um documento Hipertexto utilizando o SMTP, mas as regras (protocolo) serão do SMTP e não do HTTP.

Gabarito: E. 13. (FCC - 2006 - TRE-AP - Analista Judiciário - Área Administrativa)

A transferência de informações na Web, que permite aos autores de páginas incluir comandos que possibilitem saltar para outros recursos e documentos disponíveis em sistemas remotos, de forma transparente para o usuário, é realizada por um conjunto de regras denominado

a) Hypermedia Markup Protocol.

b) Hypermedia Transfer Protocol.

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c) Hypertext Markup Protocol.

d) Hypertext Transfer Protocol.

e) Hypertext Markup Language.

Comentários

Uma questão antiga, mas que pode ser reeditada. Neste caso, apenas uma mistura para embaralhar a memória. Não tenha dívidas, o conjunto de regras é o protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol).

Gabarito: D. 14. (FCC - 2010 - MPE-RN - Analista de Tecnologia da Informação -

Banco de Dados) Sobre a Internet, considere:

I. O tráfego de dados da Internet ocorre através de redes backbone transcontinentais de alta velocidade. Essas linhas-tronco em geral pertencem a companhias telefônicas de longa distância ou a governos nacionais.

II. A World Wide Web é o mais conhecido serviço de Internet e se trata de um sistema com padrões universalmente aceitos para armazenar, recuperar, formatar e apresentar informações utilizando uma arquitetura cliente/servidor.

III. As páginas web são acessíveis via Internet porque o software de navegador web que opera no computador do usuário pode requisitar as páginas web armazenadas em um servidor hospedeiro de Internet por meio do protocolo HTTP.

Está correto o que se afirma em

a) I, II e III.

b) I e II, apenas.

c) II e III, apenas.

d) II, apenas.

e) III, apenas.

Comentários

Dos três itens apresentados, precisamos conhecer o primeiro. Os demais já os trabalhamos em questões e anotações anteriores. O segundo é uma forma de conceituar a Web, estando correto. O último, também correto, reafirma que o navegador web – programa cliente – pode solicitar (requisitar) páginas web, armazenadas em servidores web.

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Já o item I precisa de uma análise mais cuidadosa. Backbone é um termo em inglês que pode ser traduzido como “espinha dorsal”. Ele é um concentrador de redes de computadores e, como tal, tem uma grande capacidade de transmitir os dados de uma rede a outra. São chamados de ligações centrais da Internet. Imagine uma operadora de telefonia. É natural pensarmos que ela deve possuir uma central capaz de interligar os telefones e enviar os sinais de um telefone a outro. Imaginamos – e certamente o são – que trata-se de sistemas de alto desempenho. Na internet, a escala é ainda maior. Portanto existem vários grupos de backbones que realizam estas interligações entre as redes espalhadas pelo mundo. Quanto à segunda parte deste item, podemos dizer que os backbones (entendidos aqui como linhas-tronco) em geral pertencem ou estão hospedados em centros de alta capacidade de empresas (normalmente companhias telefônicas), governos e universidades.

Gabarito: A. 15. (FCC - 2010 - MPE-RN - Analista de Tecnologia da Informação -

Banco de Dados) O sistema de protocolos e tecnologias que permite que telefones celulares e outros dispositivos sem fio com visores minúsculos, conexões de baixa largura de banda e capacidade mínima de memória acessem informações e serviços baseados na web é o

a) WWW.

b) WAP.

c) WML.

d) WCSS.

e) WWC.

Comentários

WAP (sigla para Wireless Application Protocol; em português, Protocolo para Aplicações sem Fio) é um padrão internacional para aplicações que utilizam comunicações de dados digitais sem fio (Internet móvel), como por exemplo, o acesso à Internet a partir de um telefone móvel. WAP foi desenvolvido para prover serviços equivalentes a um navegador Web com alguns recursos específicos para serviços móveis.

Gabarito: B. 16. (FCC - 2009 - SEFAZ-SP - Agente Fiscal de Rendas - Prova 1) Na

Web, a ligação entre conjuntos de informação na forma de documentos, Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 83/118

textos, palavras, vídeos, imagens ou sons por meio de links, é uma aplicação das propriedades

a) do protocolo TCP.

b) dos hipertextos.

c) dos conectores de rede.

d) dos modems.

e) das linhas telefônicas.

Comentários

Letra A) ERRADO. O protocolo TCP (Transmition Control Protocol) é um protocolo da Internet responsável pelo controle da conexão. Este protocolo preocupa-se em saber se os dados transmitidos chegaram ao destino, se chegaram na ordem correta, se é necessário retransmitir alguma parte etc. O TCP presta serviços para outros protocolos, como o HTTP. Para o HTTP realizar a transmissão dos documentos hipermídia, ele usa os serviços do TCP para controlar a conexão entre cliente e servidor.

Letra B) item CORRETO. Os hipertextos possuem a propriedade de utilizar elos que os conectam, os chamados Hiperlinks.

Letras C, D, E) todos ERRADOS. Estes itens referem-se à ligação física da rede.

Gabarito: B. 17. (FCC/2012/SEFAZ-SP/Auditor Fiscal Tributário Municipal) O

sistema hierárquico e distribuído de gerenciamento de nomes utilizado por computadores conectados à Internet, que é utilizado para a resolução ou conversão de nomes de domínios como arpanet.com em endereços IP como 173.254.213.241, é chamado de

a) HTTP.

b) Gateway.

c) DNS.

d) Roteador.

e) Switch.

Comentários

Esta é uma definição correta para o Domain Name System (DNS).

Segundo o registro.br, que é o responsável pelo gerenciamento dos domínios brasileiros, “DNS é a sigla para Domain Name System ou Sistema de Nomes

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de Domínios. É uma base de dados hierárquica, distribuída para a resolução de nomes de domínios em endereços IP e vice-versa”.

O DNS é um esquema de gerenciamento de nomes e define as regras para formação dos nomes usados na Internet e para delegação de autoridade na atribuição de nomes. É, também, um banco de dados que associa nomes a atributos (entre eles o endereço numérico) e um algoritmo (programa) para mapear nomes em endereços. Por meio do DNS é possível converter um nome de domínio em um endereço que permite a comunicação entre os computadores.

Hoje existem 13 servidores DNS principais (chamados de servidores raiz) espalhados no mundo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes 13, dez estão localizados nos EUA, um na Ásia e dois na Europa. Para aumentar a quantidade de servidores disponíveis, uma vez que os clientes consultam a base para recuperar o endereço IP de um recurso, foram criadas, desde 2003, várias réplicas e espalhadas pelo mundo, inclusive o Brasil.

Observe que as demais alternativas elencam:

a) HTTP é um protocolo para transferência de documentos hipertexto (HTTP).

b) Gateway é um dispositivo usado para interconectar duas redes totalmente distintas. Geralmente utilizado para conectar WANs a LANs.

c) Gabarito da questão – Domain Name System –Sistema de Nomes de Domínio.

d) Roteador: Equipamento responsável pelo encaminhamento e roteamento de pacotes de comunicação em uma rede ou entre redes. Tipicamente, uma instituição, ao se conectar à Internet, deverá adquirir um roteador para conectar sua LAN (Local Area Network - Rede de Área Local) ao ponto da Internet.

e) Switch: Também chamado de comutador, é um dispositivo utilizado na conexão entre equipamentos e que possui a capacidade de chaveamento ou comutação (switching), ou seja, consegue enviar os dados apenas ao destinatário correspondente.

Gabarito: C. 18. (FCC/2011/Banco do Brasil/Escriturário) No contexto da Internet, é

o responsável pela transferência de hipertexto, que possibilita a leitura das páginas da Internet pelos programas navegadores

(A) FTP. Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 85/118

(B) HTTP

(C) POP

(D) SMTP

(E) TCP

Comentários

O protocolo padrão para transferência de hipertexto na Internet é o HTTP – HyperText Transfer Protocol. Este protocolo é utilizado pelo navegador e pelo servidor para que possam comunicar-se. O navegador solicita algo (requisita) e o servidor encaminha a resposta.

GABARITO: B. 19. (FCC/2011/Banco do Brasil/Escriturário) Em relação à Internet e à

Intranet, é INCORRETO afirmar:

(A) Ambas empregam tecnologia padrão de rede.

(B) Há completa similaridade de conteúdo em ambos os ambientes.

(C) A Intranet tem como objetivo principal agilizar a implantação de processos, promover a integração dos funcionários e favorecer o compartilhamento de recursos.

(D) O acesso à Internet é aberto, enquanto na Intranet é restrito ao seu público de interesse.

(E) Internet refere-se, em geral, ao conteúdo público da empresa, ao passo que a Intranet pode englobar compartilhamento de informações de usuários internos à empresa.

Comentários

Item A. Tanto a internet quanto a intranet são baseadas nos padrões de comunicação da Internet. Item correto.

Item B. O conteúdo da internet é público e o de uma intranet é restrito a aos funcionários de uma instituição. O site web na Internet mostra o exterior de uma companhia; uma Intranet, por outro lado, pode revelar o interior de uma companhia, dependendo de quanta estrutura e controle é empregada. Item errado – resposta da questão.

Item C. Item correto. Muitos são os benefícios esperados com o uso de uma intranet como:

aumentar a agilidade da comunicação na implantação dos processos,

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promover a integração dos empregados independente da região geográfica em que se encontram auxiliando-os a trabalharem melhor e a operarem mais eficientemente (permite a comunicação de uma equipe, de uma pessoa, com todas as outras equipes e pessoas da empresa),

favorecer o compartilhamento de recursos, além é claro, de ter influência na redução de custos, por exemplo: redução de impressões e consumo de papel, contribuindo na preservação ambiental, etc.

Item D. Item correto. O acesso à internet é aberto, enquanto a intranet é acessível apenas por membros da organização, empregados ou terceiros com autorização.

Item E. Simples, na Internet (uma rede de âmbito mundial, que permite a comunicação entre milhões de usuários) pode-se disponibilizar o conteúdo público da empresa, enquanto na intranet tem-se o compartilhamento de informações restritas aos usuários de uma empresa. Item correto.

GABARITO: B. 20. (FCC/2010/TRT-20ª REGIÃO (SE)/Técnico Judiciário/

Informática) Rede que tem como principal característica a possibilidade de acesso somente dentro da empresa, sem acesso via internet:

a) Intranet.

b) Extranet.

c) Networking.

d) MAN.

e) DWAN.

Comentários

Letra a) ITEM CORRETO. Intranet é uma rede não disponível para quem não está diretamente conectado a ela. É uma rede de acesso restrito, com os mesmos recursos de uma Internet. Mesmo que exista uma conexão com a Internet, esta deve estar bloqueada por algum mecanismo de forma a não permitir acessos vindos de fora da Intranet. Por exemplo, considere um escritório com alguns computadores e algumas impressoras, todos ligados em rede. Considere, ainda, que a rede não está ligada ao mundo exterior. Se, em um dos computadores existir um servidor web instalado e os demais puderem acessar este servidor, então temos uma Intranet. Da mesma forma que navegamos na Internet, será possível navegar nesta Intranet.

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Letra b) ITEM INCORRETO. Extranet é uma Intranet que está parcialmente acessível a pessoas de fora do mundo interno. O servidor real (o computador que serve as páginas web) fica protegido por trás de um equipamento especial. Este equipamento especial (firewall) ajuda a controlar o acesso entre a Intranet e a Internet, permitindo o acesso à Intranet apenas às pessoas que estão devidamente autorizadas. Geralmente, as Extranets conectam redes internas das organizações por meio da Internet. Imagine uma empresa que possui diversas filiais. Cada filial possui uma rede de computadores e a matriz possui uma rede do tipo Intranet. É possível fornecer acesso a Intranet da matriz para as filiais da empresa, formando, assim, uma Extranet.

Letra c) ITEM INCORRETO. Networking é a união dos termos em inglês "Net", que significa "Rede"; e "Working", que é "Trabalhando". Este termo é geralmente associado ao “trabalho em rede” ou “rede de relacionamentos”.

Letra d) ITEM INCORRETO. MAN é a sigla para Metropolitan Area Network. É uma designação para uma rede de computadores que abrange a área de uma cidade ou município. Quando a rede é pequena, chamamos de Rede Local (LAN – Local Area Network). Quando a rede é de proporções maiores do que a MAN, abrangendo uma grande área geográfica (como um país), então chamamos de WAN – Wide Area Network.

Letra e) ITEM INCORRETO. Esta sigla não está definida no contexto da Internet. Já ouvi falar do Tom DWAN, um jogador de poker e de Allan DWAN, um dos pioneiros do cinema. Tem ainda o Dwan Golf Club, nos EUA. Mas no contexto da Internet não encontrei o termo.

GABARITO: A. 21. (FCC/PGE-RJ/2009) O serviço de mensagem instantânea é

normalmente utilizado:

a) para chat;

b) para publicação de páginas nos provedores de conteúdo;

c) como substituto do endereço de e-mail;

d) para navegação na Web;

e) como instrumento de busca e pesquisa na Internet.

Comentários

O serviço de mensagem instantânea pode ser usado em chats, para a comunicação com outros usuários da Internet. Normalmente, é utilizado como forma de passatempo. Existem duas opções de bate-papo. Uma é a Webchat, em que temos uma página da Web que permite a você conversar com outros

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usuários que estiverem na mesma página naquele momento. A outra opção requer um programa especial instalado no seu computador e no computador dos usuários com quem você vai se comunicar.

GABARITO: A. 22. (FCC/2009/MPSED/Técnico do Ministério Público/Área

Administrativa) As concessionárias de telecomunicações oferecem, aos usuários da Internet, links de comunicação que operam, entre outras, a uma taxa de transmissão de 2, 4, 6 e 12 Mbps, que corresponde à velocidade medida em:

a) megabytes por segundo;

b) bits por segundo;

c) bytes por segundo;

d) caracteres por segundo;

e) pixels por segundo.

Comentários

Você deve saber que a unidade mais básica usada para descrever o fluxo de informações digitais de um lugar para o outro é o bit. O próximo termo que você precisa saber é aquele utilizado para descrever a unidade básica de tempo. Ele é o segundo – agora você percebe de onde o termo bits por segundo vem.

Bits por segundo, que é a resposta da questão, é uma unidade de largura de banda. É claro que, se a comunicação se desse a essa taxa, 1 bit por 1 segundo, ela seria muito lenta. Felizmente, já são possíveis comunicações muito mais velozes. O quadro seguinte resume as várias unidades de largura de banda.

Quadro: Unidades de largura de banda

Unidade de largura de banda

Sigla

Equivalência

Bits por segundo

bps

1 bps = unidade básica de largura de banda

Quilobits por segundo

Kbps 1 kbps = 1.000 bps = 103 bps

Megabits por segundo

Mbps 1 Mbps = 1.000.000 bps = 106

bps

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Gigabits por segundo

Gbps

1 Gbps = 1.000.000.000 bps = 109 bps

GABARITO: B. 23. (FCC/2006/Banco do Brasil/Escriturário) O blog, utilizado pela

maioria das pessoas como diário pessoal, é uma abreviação de:

a) backlog;

b) Web e backlog;

c) browser e backlog;

d) Web e log;

e) browser e log.

Comentários De baixo custo para publicação na Web, disponíveis para milhões de usuários, os blogs estão entre as primeiras ferramentas de Web 2.0 a serem usadas amplamente. O blog é uma página da Web cujas atualizações (chamadas posts) são organizadas cronologicamente, como em um diário, só que de forma inversa. Esses posts podem ou não pertencer ao mesmo gênero de escrita, referir-se ao mesmo assunto ou ter sido escritos pela mesma pessoa. A palavra blog vem de Web e log. O blog é um diário, um registro na Web!

GABARITO: D. 24. (FCC/2002/TRE-CE/Analista Judiciário - Área Administrativa) O

protocolo FTP é uma linguagem que permite aos computadores falarem entre si para disponibilizar:

A) o uso de salas de bate-papo (chat room);

B) mensagens recebidas pelo correio eletrônico;

C) as páginas Web através de links ou hyperlinks;

D) as páginas Web através do navegador (browser);

E) publicamente arquivos e pastas para transferências pela Internet.

Comentários Item A. O bate-papo pode ser acessado via protocolo HTTP. Item errado.

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Item B. Para recebimento de mensagens de correio eletrônico pode-se utilizar o protocolo POP ou IMAP. Item errado.

Item C. Podem ser acessadas via protocolo HTTP. Item errado.

Item D. Podem ser acessadas via protocolo HTTP. Não podemos navegar por meio de links ou visualizar arquivos HTML utilizando o protocolo FTP. Item errado.

Item E. O serviço listado nessa assertiva pode ser feito pelo protocolo FTP. Cabe destacar que podemos transferir arquivos por meio do protocolo HTTP ou FTP. Item certo.

GABARITO: E. 25. (FCC/2002/TRE-CE/Técnico Judiciário - Área Administrativa) No

endereço <http://www.empresa.com.br>, o conjunto de regras e padrões que permite aos computadores trocar informações pela Internet é indicado por:

a) http;

b) www;

c) empresa;

d) com;

e) br.

Comentários Item A. O conjunto de regras e padrões que permite aos computadores trocar informações entre si é conhecido como protocolo. No endereço <http://www.empresa.com.br>, o trecho que define o protocolo é HTTP. O restante do endereço é o chamado domínio, que deverá ser consultado em um servidor de nome de domínios (DNS) para que se descubra o endereço IP correspondente. Item CERTO.

Item B. WWW é a abreviatura de World Wide Web, que se refere ao sistema repositório de informações na Internet. Essas informações, chamadas de páginas, são escritas em uma linguagem que permite a interligação dos seus conteúdos por meio de vínculos conhecidos como hyperlinks. Esse sistema de exibição de informações em páginas interconectadas por links (com ligações para outros textos) é chamado de hipertexto. Item ERRADO.

Item C. Empresa não é protocolo. Cabe mencionar aqui que domínio é um endereço único e exclusivo que é utilizado para identificar sites na

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Internet. No caso da questão, temos o domínio empresa.com.br (o domínio é a parte do endereço que vem depois do WWW). Item ERRADO.

Item D. O elemento “com” especificado no item representa o tipo de domínio. Item ERRADO.

Item E. O complemento “br” indica o país de origem do registro daquele domínio. Os domínios registrados no Brasil são indicados por “br”, os da França por “fr”, os da Alemanha por “de”, os do Japão por “jp”, etc. Item ERRADO.

GABARITO: A. 26. (FCC/2010/DNOCS/Agente Administrativo) No Google é possível

definir a quantidade de sites listados em cada página por meio da opção

a) Ferramentas.

b) Exibir.

c) Histórico.

d) Resultados das pesquisas.

e) Configurações da pesquisa.

Comentários

Ao se clicar em Pesquisa Avançada na tela principal do Google, é aberta a tela seguinte, que nos permite acessar as configurações da pesquisa. O item " Número por página" , destacado na figura, permite definir a quantidade de resultados que serão listados em cada exibição de página.

00000000000

GABARITO: E.

27. (FCC - 2011 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário - Contadoria)

O Orkut é caracteristicamente definido como

a) provedor de acesso.

b) lista de contatos.

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c) rede de segurança.

d) comércio eletrônico.

e) rede social.

Comentários

O Orkut é uma rede social. Ele permite a criação de comunidades virtuais, mas o propósito básico é a criação de uma rede de relacionamentos.

GABARITO: E. 28. (FCC - 2011 - TRT - 14ª Região (RO e AC) - Técnico Judiciário -

Área Administrativa) O sítio do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região disponibiliza, entre outros, o link para o twitter TRT. Twitter é:

a) um site em que é possível enviar recados, arquivos, links e itens de calendário criados diretamente no programa.

b) um mensageiro instantâneo que permite a troca de mensagens entre usuários previamente cadastrados.

c) um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos de artigos, posts e diários on-line.

d) um cliente de e-mails e notícias que permite a troca de opiniões sobre o assunto em pauta entre usuários previamente cadastrados.

e) uma rede social na qual os usuários fazem atualizações de textos curtos, que podem ser vistos publicamente ou apenas por um grupo restrito escolhido pelo usuário.

Comentários

a) não é permitido o envio de arquivos nem itens de calendário. Item Errado.

b) mensageiro instantâneo é o sistema que permite o bate-papo on-line entre usuários. Permite, ainda, o envio de mensagens off-line que serão entregues quando o usuário entrar no sistema (exemplo: Google Talk, MSN, Yahoo Messenger). O twitter não possui esta característica. O usuário envia um tweet para sua conta e os usuários que o seguem ou aqueles que visualizarem sua página poderão ler os tweets. Item Errado.

c) as características citadas pertencem aos blogs. O Twitter é um microblog e, por isso mesmo, permite apenas mensagens curtas. Item Errado.

d) o Twiter não é um cliente de e-mail. Item Errado. Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 93/118

e) Veja que a FCC considerou o Twitter como uma rede social. De fato, o twitter permite que se crie uma rede de relacionamentos quando “seguimos” outros usuários. Item Correto.

GABARITO: E. 29. (FCC - 2011 - TRE-TO - Analista Judiciário - Área Administrativa)

Na Internet, ela é uma rede social que permite comunicar com um grupo de amigos predefinido, aceitando os amigos e restringindo o acesso de estranhos aos seus dados:

a) Correio Eletrônico.

b) Twitter.

c) Blog.

d) Facebook.

e) Weblog.

Comentários

Considerando as opções apresentadas, devemos ficar com a letra D. O Facebook é uma rede social que permite realizar as ações descritas na questão.

GABARITO: D. 30. (FCC - 2010 - TRE-RS - Analista Judiciário - Biblioteconomia)

Vários dos serviços ou ferramentas atualmente utilizados na internet têm uma aplicação direta nos serviços de informação, bem como na área de pesquisa e ensino. Cada um deles têm aplicações diversas, podendo atender a diferentes finalidades. Especificamente, é correto afirmar que

a) os webquests permitem criar conteúdo auditivo de um tema de interesse para que posteriormente seja escutado pelos interessados.

b) os blogs constituem um esforço colaborativo, oferecendo aos visitantes do sítio uma enciclopédia de livre acesso.

c) os podcasts possibilitam distribuir de forma efetiva notícias sobre pesquisas, módulos de aprendizagem, novas publicações, trabalhos científicos, novas ferramentas, entre outros.

d) os chats permitem realizar uma videoconferência para compartilhar informação acerca de um tema ou elaborar uma entrevista com pessoas que se encontram em outro lugar.

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e) as wikis representam espaços virtuais para a realização de eventos, apresentação de trabalhos, discussões de temas de interesse, aproximando pessoas dispersas espacialmente.

Comentários

a) este item procurou confundir a palavra WEBCAST com WEBQUEST. O conceito apresentado refere aos webcasts. O WebQuest é uma metodologia de pesquisa orientada da Web, em que quase todos os recursos utilizados são provenientes da mesma (fonte: webquest.org). Item Errado.

b) são os WIKIs que possuem a característica de esforço colaborativo visando a criação de um sítio que pode funcionar como uma enciclopédia. Um bom exemplo é a Wikipedia. Item Errado.

c) o podcast, na verdade, é um recurso tecnológico, um canal de comunicação informal, que permite a transmissão e distribuição de noticias, áudios, vídeos e informações diversas na internet, o que contribui para a disseminação da informação de maneira fácil e rápida. Item Errado.

d) é verdade. Os chats (pelo menos em sua maioria) possuem recursos para a realização de videoconferência. Item Certo.

e) as wikis, segundo a Wikipedia, “são utilizados para identificar um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto ou o software colaborativo usado para criá-lo”. Item Errado.

GABARITO: D. 31. (FCC - 2011 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário – Contadoria)

Linkedin é

a) uma rede de negócios principalmente utilizada por profissionais.

b) um aplicativo de correio eletrônico pago.

c) uma forma de configurar perfis no correio eletrônico do Google.

d) um aplicativo antivírus de amplo uso na web.

e) uma forma de conexão entre o computador pessoal e o provedor internet.

Comentários

O linkedin é um site de relacionamentos voltados para a área profissional. Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 95/118

GABARITO: A. 32. (FCC - 2011 - TRT - 20ª REGIÃO (SE) - Técnico Judiciário - Área

Administrativa) Pedro e Tarcisa trabalham em escritórios da mesma empresa situados em cidades diferentes. Pedro criou um documento utilizando o Microsoft Word e deseja compartilhá-lo de forma que Tarcisa possa consultá-lo e editá-lo diretamente na web. Para isso Pedro pode utilizar a ferramenta

a) Google Docs.

b) Microsoft Web Document Edition.

c) Google Android.

d) Yahoo WebOffice.

e) Microsoft WebOffice.

Comentários

Para armazenar, compartilhar e editar documentos do Microsoft Office existe dois aplicativos on-line recomendados: o Google Docs e o Microsoft Office Live. Se verificarmos com cuidando na Internet podemos encontrar outros serviços que também permitirão armazenar, compartilhar e editar arquivos no formato DOC. Eu encontrei o ThinkFree, mas ainda não o testei (http://www.thinkfree.com).

Na questão encontramos o Google Docs na letra A, mas não encontramos a opção Microsoft Office Live. As demais não são serviços para armazenamento e edição de documentos Office.

GABARITO: A. Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 96/118

33. (FCC - 2011 - Banco do Brasil - Escriturário - Ed. 03) Tecnologia de

multimídia distribuída em uma rede, através de pacotes. Frequentemente utilizada para distribuir conteúdo multimídia através da Internet. Trata-se de

a) spanning ou wmv.

b) streaming ou fluxo de mídia.

c) portal de conteúdo e RSS.

d) navegador internet e mpg.

e) provedor de acesso à internet e avi.

Comentários

Streaming (ou fluxo) de mídia é a tecnologia de transmissão multimídia via internet. O interessante é saber que esta tecnologia preocupa-se mais com a velocidade da entrega dos “pacotes” do que com a garantia de que realmente serão entregues ou com a ordem de entrega dos pacotes. Por isso, o protocolo de transporte utilizado normalmente é o UDP e não o TCP.

GABARITO: B. 34. (FCC - 2011 - TRF - 1ª REGIÃO - Técnico Judiciário - Operação de

Computador) Um sistema de envio de notícias de um site para outro, também conhecido como Feeds, que ocorre de forma automática. Para ter um site alimentado por outro, basta ter ...... do gerador de notícias para inserir chamadas das notícias no site receptor. Completa corretamente a lacuna:

a) o e-mail

b) um computador igual ao

c) o endereço RSS

d) o mesmo provedor internet

e) a mesma linha de comunicação

Comentários

O RSS é uma das formas de realizar o “web syndication”, onde os proprietários de sites selecionam itens a serem divulgados e os usuários podem receber as notificações por meio de programas agregadores.

Este tipo de distribuição de informação é a chamada “Web Feed”. Além do RSS, temos o tipo chamado ATOM.

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Para utilizar o RSS de algum site precisaremos conhecer o endereço do RSS do site desejado.

GABARITO: C. 35. (FCC - 2009 - TJ-PI - Técnico Judiciário - Área Administrativa)

(...) III) Instalar, no computador pessoal, diretamente, um aplicativo disponível em um site na Internet. (...)

O atendimento à tarefa do item III remete corretamente à ação de

a) fazer download, salvar o arquivo de instalação no desktop do disco local e copiar o arquivo salvo na pasta C:\Arquivos de programas.

b) fazer download e executar o arquivo de instalação, apenas.

c) copiar o arquivo de instalação para o disco local, apenas.

d) recortar e executar o arquivo, apenas.

e) fazer a transferência de arquivo, apenas.

Comentários

É possível instalar um aplicativo de diversas maneiras. A mais comum é executar um arquivo – chamado de arquivo de instalação – que faz a tarefa de instalar o software no computador. Para tanto é preciso ter o arquivo de instalação (e os demais necessários, é claro) no computador. Estamos falando de forma geral, por padrão, certamente.

Continuando o raciocínio, se o arquivo está na Internet é preciso, primeiramente, obter o arquivo. O processo de buscar o arquivo para a máquina local é chamado de download. Em resumo, de forma bem simples e genérica, fazemos o download do arquivo de instalação e o executamos. A opção correta, neste caso, é a letra B. Note que a questão trouxe a palavra “diretamente”. Isto foi importante para evitar certos questionamentos, como, por exemplo, instalar o software por um arquivo que eu já tenho em meu computador, idêntico ao da Internet, evitando, assim, a necessidade de “baixar” (fazer o download) o arquivo de instalação.

GABARITO: B. 36. (FCC - 2009 - TJ-PI - Técnico Judiciário - Área Administrativa)

(...) I – Encontrar, na Internet, um site que traga informações sobre direito, tais como leis, decretos e resoluções de governo, entre outras informações semelhantes. (...)

Para satisfazer à tarefa I, deve-se tomar as seguintes ações:

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1a. conectar-se à internet.

1b. abrir um navegador.

1c. acessar um site de busca.

1d. instalar linha e disco de alta velocidade e capacidade.

É correto o que consta em

a) 1a, 1b, 1c e 1d.

b) 1a, 1b e 1c, apenas.

c) 1a e 1c, apenas.

d) 1b e 1c, apenas.

e) 1c e 1d, apenas.

Comentários

Para resolver esta questão, vamos analisar as ações propostas. O objetivo é encontrar um determinado site na Internet. Para isto devemos nos conectar à Internet e, via navegador, realizar a busca em um site especializado. Não necessariamente nesta ordem, mas de preferência. Poderíamos, por exemplo, abrir o navegador primeiro e conectarmos na rede depois. Definitivamente não será preciso instalar uma linha e disco de alta velocidade e capacidade! Qualquer conexão servirá neste caso.

Por outro lado, acatamos o “deve-se” da banca, porque não podemos “brigar” com ela. Mas existem outras formas de “encontrar um site” como aquele descrito na questão. Eu poderia, por exemplo, sabendo tratar-se de site de legislação e assemelhados, procurar no site da Câmara ou do Senado, ou ainda, no site do Governo Brasileiro. Poderia, conhecendo um pouco, buscar estas informações em portais, os quais não são considerados “sites de busca”.

Além disso, poderia utilizar outros métodos diferentes dos navegadores e acessar outras mídias de informação. Obviamente, a resposta da questão é a forma mais simples e direta, além de ser a mais conhecida e padronizada forma de realizar a ação proposta. Portanto, ficamos com a letra B!

GABARITO: B. 37. (FCC/2011/Banco do Brasil/Escriturário) No contexto da Internet, é

o responsável pela transferência de hipertexto, que possibilita a leitura das páginas da Internet pelos programas navegadores

(A) FTP.

(B) HTTP Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 99/118

(C) POP

(D) SMTP

(E) TCP

Comentários

O protocolo padrão para transferência de hipertexto na Internet é o HTTP – HyperText Transfer Protocol. Este protocolo é utilizado pelo navegador e pelo servidor para que possam comunicar-se. O navegador solicita algo (requisita) e o servidor encaminha a resposta.

GABARITO: B. 38. (FCC/TCESP/Agente da Fiscalização Financeira- Informática –

Suporte da Web/2010) A linguagem que descreve documentos estruturados e dados e vem se tornando um novo padrão de troca e publicação de dados e integração entre aplicações. Trata-se da definição de

(A) HTML.

(B) DTD.

(C) XML.

(D) SQL.

(E) DHTML.

Comentários

Item A. HTML é uma linguagem de marcação que possibilita apresentar informações na Internet. A marcação da linguagem diz ao computador como tratar o conteúdo de um arquivo por meio de uma série de caracteres especiais (tags) incorporados ao arquivo de texto.

Aquilo que você vê quando abre uma página na Internet é a interpretação que seu navegador faz do HTML. Item errado.

Item B. DTD -Document Type Definition -define as regras de formatação para uma dada classe de documentos. Item errado.

Item C. XML (Extensible Markup Language) é linguagem de marcação de dados que provê um formato para descrever dados estruturados.

• Permite organizar as informações de forma estruturada, de forma que as modificações da página entrem como um registro, e você consiga identificar novas atualizações;

• Tendência: XML -> linguagem universal para representar dados. Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 100/118

Figura. Sintaxe da XML Item D. SQL Structured Query Language – Linguagem de Consulta Estruturada): linguagem padrão de consultas, utilizada pela maior parte dos bancos de dados . Item errado.

Item E. DHTML, ou Dinâmico HTML, é uma nova tecnologia da Web que torna os elementos da uma página muito mais dinâmicos. Com o HTML (simples), tudo é estático, mas com o DHTML já não é assim, pode dinamizar-se tudo o que se encontra na página como textos, imagens, estilos de página (cor das letras, tamanho etc.), posição de elemento, etc. Item errado.

GABARITO: C. 39. (FCC/2010/TCESP/Agente da Fiscalização Financeira-

Informática – Suporte da Web) A linguagem HTML, para produzir páginas na Web, trata-se de uma linguagem do tipo

(A) de marcação.

(B) de script.

(C) procedural.

(D) orientada a eventos.

(E) orientada a objetos.

Comentários

A linguagem HTML (HyperText Markup Language – Linguagem de Marcação de Hipertexto) é uma linguagem especial para marcação de arquivos do tipo hipertexto. O que é este marcação? É a inclusão de marcas especiais dentro do texto, que indicam alguma operação a ser realizada pelo sistema de exibição e que não fazem parte do texto em si. São, por exemplo, marcas que indicam

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e reclamações! Faça uso do fórum constantemente. Estarei atento às perguntas e comentários.

Desejo sucesso a todos e aguardo nosso encontro nas aulas.

Forte abraço e até já.

início e fim de parágrafo; utilização de negrito, itálico, sublinhado; marcas para a criação de tabelas, títulos etc. Incluem-se aqui as marcas para indicação de hiperlinks, figuras e outros componentes.

GABARITO: A. Antes de encerrar nossa aula, quero reforçar a importância do fórum. Ele é uma ferramenta que permite a você esclarecer suas dúvidas, enviar sugestões

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4. Lista das questões comentadas

1. (FCC/2013/DPE-SP/OFICIAL DE DEFENSORIA PUBLICA) É o serviço

padrão da Internet para a transferência de arquivos entre computadores. A partir dele usuários podem obter ou enviar arquivos de/ou para outros computadores da internet. O acesso é controlado através de login e senha. No servidor é possível configurar quais pastas devem ficar disponíveis para cada usuário e especificar as permissões de cada um. Existe a opção de se criar um login anônimo.

O serviço ou protocolo referenciado no texto é

a) FTP.

b) TCP/IP.

c) SMTP.

d) IMAP.

e) POP. 2. (FCC/2013/PGE-BA/ANALISTA DE PROCURADORIA-ADM) O site de

busca Google é um dos mais utilizados atualmente para a pesquisa na Internet devido à qualidade e à extensa base de informações disponibilizada. Nesse site, é possível filtrar a quantidade de resultados por meio de uma busca exata de uma frase. Assim, caso se deseje buscar os sites que mencionem a História Brasileira, deve-se digitar a frase no seguinte formato:

a) (História Brasileira)

b) "História Brasileira"

c) [História Brasileira]

d) 'História Brasileira'

e) História OU Brasileira 3. (FCC/2013/TRT01/ANALISTA JUDICIARIO-EXECUÇÃO DE

MANDADOS) Considere:

Uma intranet simples pode ser criada conectando-se um computador cliente munido de um navegador web a um computador equipado com um software I via uma rede que utiliza a pilha de protocolos II . Um III mantém visitantes indesejados do lado de fora da rede.

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As lacunas I, II e III deverão ser preenchidas correta e respectivamente por:

a) sistema operacional, HTTP, firewall

b) servidor web, TCP/IP, firewall.

c) browser, HTTP, proxy.

d) servidor de aplicação, TCP/IP, DNS.

e) gerenciador de redes, TCP/IP, DNS. 4. (FCC/2013/BB/ESCRITURÁRIO) Na empresa onde Maria trabalha há

uma intranet que possibilita o acesso a informações institucionais, destinada apenas ao uso dos funcionários. Essa intranet representa um importante instrumento de comunicação interna, proporcionando redução das distâncias entre os funcionários, aumento da produtividade e a criação de novas possibilidades de interação institucional. São centralizados os procedimentos, circulares, notícias, formulários e informações comuns para os funcionários em um servidor de intranet. Para transferir páginas entre o servidor e os computadores ligados na intranet, permitindo que se navegue em páginas da web por meio de hyperlinks, utiliza-se um Protocolo de Transferência de Hipertexto que é conhecido pela sigla

a) HTTP.

b) FTP.

c) SMTP.

d) UDP.

e) SSL. 5. (FCC/2013/TRT01/TECNICO_JUDICIARIO-ÁREA ADMINISTRATIVA)

Todos os computadores que acessam a internet recebem um único endereço que é normalmente um número de 32 bits representados por quatro séries de números que vão de 0 a 255 e são separados por pontos. Quando um usuário envia uma mensagem a outro usuário da internet, a mensagem é decomposta em pacotes que contêm seu endereço de destino. Seria muito difícil lembrar endereços compostos por sequências de 12 números para se enviar uma mensagem, por isso, um determinado sistema converte esses endereços numéricos em nomes de domínio. Um nome de domínio é o nome alfanumérico que corresponde ao endereço de 32 bits exclusivo para cada computador conectado à internet. Para acessar um

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computador na internet, utiliza-se o nome de domínio, não sendo necessário digitar o endereço numérico do computador de destino.

O sistema que converte os endereços numéricos citados no texto para nomes de domínio é conhecido como

a) ISP.

b) HTTP.

c) E-DNA.

d) IPC.

e) DNS. 6. (FCC/2013/PGJ-CE/TÉCNICO MINISTERIAL-APOIO

ESPECIALIZADO) Para se montar uma intranet segura e confiável são necessários procedimentos adequados. Um procedimento INCORRETO é:

a) Definir as conexões: para que funcionários tenham acesso à intranet, seus computadores não podem estar conectados à rede local (LAN) da organização. O essencial é que tenham acesso à internet e possuam browsers como o Internet Explorer, Chrome, Firefox ou Safari.

b) Dimensionar o servidor web: o hardware a ser usado como servidor de intranet depende do tamanho da intranet, do conteúdo a ser publicado e do número de pessoas que tenham acesso à intranet em cada dado momento.

c) Escolher o software do servidor web: o software lida com todos os pedidos de arquivos armazenados no servidor, localiza o conteúdo e o encaminha à máquina certa. O software mais popular é o Apache, que é gratuito. Outro muito usado é o Microsoft Internet Information Server.

d) Escolher um servidor de apoio: em empresas nas quais os funcionários dependem mais da intranet para acesso a aplicativos disponíveis via web, se torna importante utilizar outro servidor de apoio ou mesmo um sistema de servidores em rede que compartilhem as responsabilidades.

e) Escolher um firewall: um firewall é essencial para a segurança da intranet, especialmente se ela possui extensões em formato extranet ou permite acesso remoto de fora da rede local da empresa.

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7. (FCC/2013/AL-RN/TÉCNICO EM HARDWARE) Muitos sites podem usar

informações de localização para tornar mais úteis as informações exibidas ao usuário. Por padrão, o Google Chrome versão 27,

a) só rastreia o local físico de usuários situados na mesma região de onde o site está hospedado.

b) além de rastrear o local físico do usuário, fornece informações do mesmo, como nome e e-mail.

c) permite que todos os sites rastreiem o local físico do usuário.

d) pergunta quando um site tenta rastrear o local físico do usuário.

e) permite que apenas sites do governo rastreiem o local físico do usuário.

8. (FCC/2013/PGE-BA/ASSISTENTE DE PROCURADORIA) Para responder à questão, considere as informações a seguir:

Em uma repartição pública os funcionários necessitam conhecer as ferramentas disponíveis para realizar tarefas e ajustes em seus computadores pessoais.

Dentre estes trabalhos, tarefas e ajustes estão:

I. Utilizar ferramentas de colaboração on-line para melhoria do clima interno da repartição e disseminação do conhecimento.

II. Aplicar os conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas a fim de possibilitar a rápida e precisa obtenção das informações, quando necessário.

III. Conhecer e realizar operações de inserção de elementos nos slides do PowerPoint, dentre outras.

IV. Conhecer as formas utilizadas pelo Excel para realizar cálculos e também operações de arrastar valores de uma célula para a outra.

V. Realizar pesquisas na Internet usando os sites de busca mais conhecidos.

Uma das formas de disseminação do conhecimento, conforme referido no item I, é um sítio (site) na Web para o trabalho coletivo. É resultado do trabalho de um grupo de autores com a funcionalidade de que qualquer um pode juntar, editar e apagar conteúdos ainda que estes tenham sido criados por outros autores. Trata-se de

a) chat.

b) wiki.

c) blog.

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d) e-mail.

e) fórum. 9. (FCC/2013/PGE-BA/ASSISTENTE DE PROCURADORIA) Para

responder à questão, considere as informações a seguir:

Em uma repartição pública os funcionários necessitam conhecer as ferramentas disponíveis para realizar tarefas e ajustes em seus computadores pessoais. Dentre estes trabalhos, tarefas e ajustes estão:

I. Utilizar ferramentas de colaboração on-line para melhoria do clima interno da repartição e disseminação do conhecimento.

II. Aplicar os conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas a fim de possibilitar a rápida e precisa obtenção das informações, quando necessário.

III. Conhecer e realizar operações de inserção de elementos nos slides do PowerPoint, dentre outras.

IV. Conhecer as formas utilizadas pelo Excel para realizar cálculos e também operações de arrastar valores de uma célula para a outra.

V. Realizar pesquisas na Internet usando os sites de busca mais conhecidos.

A tarefa V pode ser realizada utilizando-se o Google. Se o funcionário necessitar fazer uma busca especial usando uma frase exata (ex. "concursos públicos em 2013"), um idioma específico (ex. "português") e, ainda, que a busca traga como resultado somente links de um determinado tipo de arquivo (ex. "PDF"), ele deve clicar no ícone específico de opções e, na janela que abrir, deverá escolher

a) Busca configurada.

b) Configurações da pesquisa.

c) Histórico da internet.

d) Ajuda avançada.

e) Pesquisa avançada. 10. (FCC - 2008 - TCE-AL - Analista de Sistemas) O URL acessado para

verificar e fazer o registro de um domínio para a internet no Brasil é

a) http://www.registro.com.br/

b) http://www.registro.cgi.br/

c) http://registro.br

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d) http://cgi.org.br/

e) http://registro.org.br/ 11. (FCC - 2009 - MPE-SE - Técnico do Ministério Público – Área

Administrativa) Uma página Web é obtida na Internet por meio do endereço URL que basicamente indica o

a) protocolo, o nome do computador hospedeiro, o caminho e o nome da página.

b) caminho e o nome da página, apenas.

c) protocolo, o caminho e o nome da página, apenas.

d) protocolo, o nome do computador hospedeiro e o nome da página, apenas.

e) nome do computador hospedeiro, o caminho e o nome da página, apenas.

12. (FCC - 2009 - MPE-AP - Técnico Administrativo) As estações de

trabalho dos técnicos estão conectadas à rede de computadores local do Ministério Público e têm acesso à rede mundial Internet por meio dos navegadores Internet Explorer 8.0 (navegador Web padrão) e Mozilla Firefox. Os recursos destas redes, dispositivos de comunicação, protocolos de rede e mecanismos de segurança, possibilitam as buscas de informações e a utilização dos serviços WWW, bem como a troca de mensagens eletrônicas por meio dos programas de e-mails Outlook Express (correio eletrônico padrão) e Mozilla Thunderbird. A comunicação entre os computadores do Ministério Público com o servidor Web, para enviarem solicitações e receberem as respostas dos serviços WWW, normalmente é realizada por meio do protocolo

a) FTP.

b) POP3.

c) TCP/IP.

d) SMTP.

e) HTTP. 13. (FCC - 2006 - TRE-AP - Analista Judiciário - Área Administrativa)

A transferência de informações na Web, que permite aos autores de páginas

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incluir comandos que possibilitem saltar para outros recursos e documentos disponíveis em sistemas remotos, de forma transparente para o usuário, é realizada por um conjunto de regras denominado

a) Hypermedia Markup Protocol.

b) Hypermedia Transfer Protocol.

c) Hypertext Markup Protocol.

d) Hypertext Transfer Protocol.

e) Hypertext Markup Language. 14. (FCC - 2010 - MPE-RN - Analista de Tecnologia da Informação -

Banco de Dados) Sobre a Internet, considere:

I. O tráfego de dados da Internet ocorre através de redes backbone transcontinentais de alta velocidade. Essas linhas-tronco em geral pertencem a companhias telefônicas de longa distância ou a governos nacionais.

II. A World Wide Web é o mais conhecido serviço de Internet e se trata de um sistema com padrões universalmente aceitos para armazenar, recuperar, formatar e apresentar informações utilizando uma arquitetura cliente/servidor.

III. As páginas web são acessíveis via Internet porque o software de navegador web que opera no computador do usuário pode requisitar as páginas web armazenadas em um servidor hospedeiro de Internet por meio do protocolo HTTP.

Está correto o que se afirma em

a) I, II e III.

b) I e II, apenas.

c) II e III, apenas.

d) II, apenas.

e) III, apenas. 15. (FCC - 2010 - MPE-RN - Analista de Tecnologia da Informação -

Banco de Dados) O sistema de protocolos e tecnologias que permite que telefones celulares e outros dispositivos sem fio com visores minúsculos, conexões de baixa largura de banda e capacidade mínima de memória acessem informações e serviços baseados na web é o

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a) WWW.

b) WAP.

c) WML.

d) WCSS.

e) WWC. 16. (FCC - 2009 - SEFAZ-SP - Agente Fiscal de Rendas - Prova 1) Na

Web, a ligação entre conjuntos de informação na forma de documentos, textos, palavras, vídeos, imagens ou sons por meio de links, é uma aplicação das propriedades

a) do protocolo TCP.

b) dos hipertextos.

c) dos conectores de rede.

d) dos modems.

e) das linhas telefônicas. 17. (FCC/2012/SEFAZ-SP/Auditor Fiscal Tributário Municipal) O

sistema hierárquico e distribuído de gerenciamento de nomes utilizado por computadores conectados à Internet, que é utilizado para a resolução ou conversão de nomes de domínios como arpanet.com em endereços IP como 173.254.213.241, é chamado de

a) HTTP.

b) Gateway.

c) DNS.

d) Roteador.

e) Switch. 18. (FCC/2011/Banco do Brasil/Escriturário) No contexto da Internet, é

o responsável pela transferência de hipertexto, que possibilita a leitura das páginas da Internet pelos programas navegadores

(A) FTP.

(B) HTTP

(C) POP

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(D) SMTP

(E) TCP 19. (FCC/2011/Banco do Brasil/Escriturário) Em relação à Internet e à

Intranet, é INCORRETO afirmar:

(A) Ambas empregam tecnologia padrão de rede.

(B) Há completa similaridade de conteúdo em ambos os ambientes.

(C) A Intranet tem como objetivo principal agilizar a implantação de processos, promover a integração dos funcionários e favorecer o compartilhamento de recursos.

(D) O acesso à Internet é aberto, enquanto na Intranet é restrito ao seu público de interesse.

(E) Internet refere-se, em geral, ao conteúdo público da empresa, ao passo que a Intranet pode englobar compartilhamento de informações de usuários internos à empresa.

20. (FCC/2010/TRT-20ª REGIÃO (SE)/Técnico Judiciário/

Informática) Rede que tem como principal característica a possibilidade de acesso somente dentro da empresa, sem acesso via internet:

a) Intranet.

b) Extranet.

c) Networking.

d) MAN.

e) DWAN. 21. (FCC/PGE-RJ/2009) O serviço de mensagem instantânea é

normalmente utilizado:

a) para chat;

b) para publicação de páginas nos provedores de conteúdo;

c) como substituto do endereço de e-mail;

d) para navegação na Web;

e) como instrumento de busca e pesquisa na Internet.

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22. (FCC/2009/MPSED/Técnico do Ministério Público/Área

Administrativa) As concessionárias de telecomunicações oferecem, aos usuários da Internet, links de comunicação que operam, entre outras, a uma taxa de transmissão de 2, 4, 6 e 12 Mbps, que corresponde à velocidade medida em:

a) megabytes por segundo;

b) bits por segundo;

c) bytes por segundo;

d) caracteres por segundo;

e) pixels por segundo. 23. (FCC/2006/Banco do Brasil/Escriturário) O blog, utilizado pela

maioria das pessoas como diário pessoal, é uma abreviação de:

a) backlog;

b) Web e backlog;

c) browser e backlog;

d) Web e log;

e) browser e log. 24. (FCC/2002/TRE-CE/Analista Judiciário - Área Administrativa) O

protocolo FTP é uma linguagem que permite aos computadores falarem entre si para disponibilizar:

A) o uso de salas de bate-papo (chat room);

B) mensagens recebidas pelo correio eletrônico;

C) as páginas Web através de links ou hyperlinks;

D) as páginas Web através do navegador (browser);

E) publicamente arquivos e pastas para transferências pela Internet. 25. (FCC/2002/TRE-CE/Técnico Judiciário - Área Administrativa) No

endereço <http://www.empresa.com.br>, o conjunto de regras e padrões que permite aos computadores trocar informações pela Internet é indicado por:

a) http; Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 112/118

b) www;

c) empresa;

d) com;

e) br. 26. (FCC/2010/DNOCS/Agente Administrativo) No Google é possível

definir a quantidade de sites listados em cada página por meio da opção

a) Ferramentas.

b) Exibir.

c) Histórico.

d) Resultados das pesquisas.

e) Configurações da pesquisa. 27. (FCC - 2011 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário - Contadoria)

O Orkut é caracteristicamente definido como

a) provedor de acesso.

b) lista de contatos.

c) rede de segurança.

d) comércio eletrônico.

e) rede social. 28. (FCC - 2011 - TRT - 14ª Região (RO e AC) - Técnico Judiciário -

Área Administrativa) O sítio do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região disponibiliza, entre outros, o link para o twitter TRT. Twitter é:

a) um site em que é possível enviar recados, arquivos, links e itens de calendário criados diretamente no programa.

b) um mensageiro instantâneo que permite a troca de mensagens entre usuários previamente cadastrados.

c) um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos de artigos, posts e diários on-line.

d) um cliente de e-mails e notícias que permite a troca de opiniões sobre o assunto em pauta entre usuários previamente cadastrados.

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e) uma rede social na qual os usuários fazem atualizações de textos curtos, que podem ser vistos publicamente ou apenas por um grupo restrito escolhido pelo usuário.

29. (FCC - 2011 - TRE-TO - Analista Judiciário - Área Administrativa)

Na Internet, ela é uma rede social que permite comunicar com um grupo de amigos predefinido, aceitando os amigos e restringindo o acesso de estranhos aos seus dados:

a) Correio Eletrônico.

b) Twitter.

c) Blog.

d) Facebook.

e) Weblog. 30. (FCC - 2010 - TRE-RS - Analista Judiciário - Biblioteconomia)

Vários dos serviços ou ferramentas atualmente utilizados na internet têm uma aplicação direta nos serviços de informação, bem como na área de pesquisa e ensino. Cada um deles têm aplicações diversas, podendo atender a diferentes finalidades. Especificamente, é correto afirmar que

a) os webquests permitem criar conteúdo auditivo de um tema de interesse para que posteriormente seja escutado pelos interessados.

b) os blogs constituem um esforço colaborativo, oferecendo aos visitantes do sítio uma enciclopédia de livre acesso.

c) os podcasts possibilitam distribuir de forma efetiva notícias sobre pesquisas, módulos de aprendizagem, novas publicações, trabalhos científicos, novas ferramentas, entre outros.

d) os chats permitem realizar uma videoconferência para compartilhar informação acerca de um tema ou elaborar uma entrevista com pessoas que se encontram em outro lugar.

e) as wikis representam espaços virtuais para a realização de eventos, apresentação de trabalhos, discussões de temas de interesse, aproximando pessoas dispersas espacialmente.

31. (FCC - 2011 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário – Contadoria)

Linkedin é Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 114/118

a) uma rede de negócios principalmente utilizada por profissionais.

b) um aplicativo de correio eletrônico pago.

c) uma forma de configurar perfis no correio eletrônico do Google.

d) um aplicativo antivírus de amplo uso na web.

e) uma forma de conexão entre o computador pessoal e o provedor internet.

32. (FCC - 2011 - TRT - 20ª REGIÃO (SE) - Técnico Judiciário - Área

Administrativa) Pedro e Tarcisa trabalham em escritórios da mesma empresa situados em cidades diferentes. Pedro criou um documento utilizando o Microsoft Word e deseja compartilhá-lo de forma que Tarcisa possa consultá-lo e editá-lo diretamente na web. Para isso Pedro pode utilizar a ferramenta

a) Google Docs.

b) Microsoft Web Document Edition.

c) Google Android.

d) Yahoo WebOffice.

e) Microsoft WebOffice. 33. (FCC - 2011 - Banco do Brasil - Escriturário - Ed. 03) Tecnologia de

multimídia distribuída em uma rede, através de pacotes. Frequentemente utilizada para distribuir conteúdo multimídia através da Internet. Trata-se de

a) spanning ou wmv.

b) streaming ou fluxo de mídia.

c) portal de conteúdo e RSS.

d) navegador internet e mpg.

e) provedor de acesso à internet e avi. 34. (FCC - 2011 - TRF - 1ª REGIÃO - Técnico Judiciário - Operação de

Computador) Um sistema de envio de notícias de um site para outro, também conhecido como Feeds, que ocorre de forma automática. Para ter um site alimentado por outro, basta ter ...... do gerador de notícias para

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inserir chamadas das notícias no site receptor. Completa corretamente a lacuna:

a) o e-mail

b) um computador igual ao

c) o endereço RSS

d) o mesmo provedor internet

e) a mesma linha de comunicação 35. (FCC - 2009 - TJ-PI - Técnico Judiciário - Área Administrativa)

(...) III) Instalar, no computador pessoal, diretamente, um aplicativo disponível em um site na Internet. (...)

O atendimento à tarefa do item III remete corretamente à ação de

a) fazer download, salvar o arquivo de instalação no desktop do disco local e copiar o arquivo salvo na pasta C:\Arquivos de programas.

b) fazer download e executar o arquivo de instalação, apenas.

c) copiar o arquivo de instalação para o disco local, apenas.

d) recortar e executar o arquivo, apenas.

e) fazer a transferência de arquivo, apenas. 36. (FCC - 2009 - TJ-PI - Técnico Judiciário - Área Administrativa)

(...) I – Encontrar, na Internet, um site que traga informações sobre direito, tais como leis, decretos e resoluções de governo, entre outras informações semelhantes. (...)

Para satisfazer à tarefa I, deve-se tomar as seguintes ações:

1a. conectar-se à internet.

1b. abrir um navegador.

1c. acessar um site de busca.

1d. instalar linha e disco de alta velocidade e capacidade.

É correto o que consta em

a) 1a, 1b, 1c e 1d.

b) 1a, 1b e 1c, apenas.

c) 1a e 1c, apenas.

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d) 1b e 1c, apenas.

e) 1c e 1d, apenas. 37. (FCC/2011/Banco do Brasil/Escriturário) No contexto da Internet, é

o responsável pela transferência de hipertexto, que possibilita a leitura das páginas da Internet pelos programas navegadores

(A) FTP.

(B) HTTP

(C) POP

(D) SMTP

(E) TCP 38. (FCC/TCESP/Agente da Fiscalização Financeira- Informática –

Suporte da Web/2010) A linguagem que descreve documentos estruturados e dados e vem se tornando um novo padrão de troca e publicação de dados e integração entre aplicações. Trata-se da definição de

(A) HTML.

(B) DTD.

(C) XML.

(D) SQL.

(E) DHTML. 39. (FCC/2010/TCESP/Agente da Fiscalização Financeira-

Informática – Suporte da Web) A linguagem HTML, para produzir páginas na Web, trata-se de uma linguagem do tipo

(A) de marcação.

(B) de script.

(C) procedural.

(D) orientada a eventos.

(E) orientada a objetos. Prof. Alexandre Lênin www.estrategiaconcursos.com.br 117/118

5. GABARITOS

GABARITO

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